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8 dicas para lidar com um cônjuge rude e mal-educado

Rádio Advento | 4:54 AM |

Então você se casou e não imaginava que precisaria lidar com uma situação muito difícil: ter de aturar um cônjuge rude e mal-educado. Você está muito decepcionado e cada dia na sua vida conjugal tem sido um suplício. Você fica se questionando se tem alguma culpa nisso tudo, se tem feito algo a ele que pudesse desencadear tal comportamento. Você seguramente não espera ter de conviver com as grosserias dele a vida inteira. Por isso, quer fazer algo para mudar esse cenário.

Veja quais contribuições você pode dar para que o ambiente familiar se torne mais leve e você possa influenciar seu cônjuge de forma que ele perceba sua aspereza e deseje mudar:

1 – Não se culpe. Antes de tudo, você precisa interiorizar a seguinte verdade: não é culpa sua. Cada um é responsável pela forma como age ou reage a qualquer situação. É comum que cônjuges estúpidos tentem transferir a culpa de seus acessos de raiva ou de sua rispidez para o outro. É a legítima atitude de quem não reconhece seus erros e não aceita que precisa mudar.

2 – Ignore-o. Se você percebe que vai começar o show, deixe-o falando sozinho. Ele não vai ter plateia e vai acabar parando.

3 – Evite se magoar. Sei que não é fácil não se magoar enquanto você ouve acusações, xingamentos e palavras duras. Mas se você mentalizar que ele é que está errado e não você, será mais fácil não guardar mágoas.

4 – “A resposta branda desvia o furor”. Adoro esse provérbio! Ele realmente funciona. Se ele vier falar com você todo alterado, responda com uma voz suave e um rosto sorridente. É, geralmente, tiro e queda.

5 – Dê-lhe um abraço. Isso também costuma funcionar. Se seu cônjuge está irritado, insultando-o, aproxime-se dele e dê um abraço. Diga que o ama, apesar de tudo.

6 – Escolha o momento ideal para tratar sobre determinados assuntos. Presumo que seu cônjuge não seja rude o tempo todo. Então, deixe para tratar de assuntos mais complexos, como finanças da família, quando ele estiver no seu melhor dia.

7 – Tenha uma conversa séria. Aposto que você deve estar se perguntando se eu não abordaria este ponto. Pois bem, isso precisa ser feito! Escolha um daqueles momentos em que ele esteja mais tranquilo e toque no assunto. Pergunte-lhe:
  • “Você acha normal uma pessoa agir com tamanha estupidez, principalmente para com seu próprio cônjuge?”
  • “Como você acha que me sinto, vivendo sob pressão psicológica o tempo todo?”
  • “E como você sentiria se estivesse no meu lugar?”
  • “Quanto tempo acha que o amor que sinto por você vai durar, desse jeito?”
  • “Você acha que está certo(a) ou que precisa mudar?”
  • “O que eu posso fazer para te ajudar?”
Faça outras perguntas que julgar oportunas. O objetivo é descobrir se seu cônjuge se sente confortável agindo assim, ou ele sabe que está errado, mas é impulsivo e acaba repetindo o erro o tempo todo.

8 – Dê-lhe um prazo. Depois de conhecer a visão do seu cônjuge sobre suas próprias atitudes, mostre a ele que você deseja resolver esse impasse o quanto antes. Não aceite continuar vivendo nesse inferno! Você casou para ser amado, respeitado e feliz! Não deve aceitar ser humilhado ou desprezado. Ofereça-se para ajudá-lo, seja acompanhando-o na ida a um psicólogo e, se for o caso, conversando com seu líder religioso. Dê um prazo para que as mudanças comecem a acontecer.

Se depois de todo o seu esforço para minimizar os efeitos do mau comportamento do seu cônjuge sobre seu lar e para tentar resolver o problema, ele não reconhecer que está errado ou não “mover uma palha” para melhorar, então fica a seu critério decidir o que fazer. Saiba que você não tem obrigação de suportar esse tipo de tratamento. Não há lei terrena ou divina que o force a manter um relacionamento em que você é oprimido.

Sinto-me persuadida a acreditar que um homem não aturaria esse tipo de atitude de sua esposa por muito tempo. As mulheres são as que mais sofrem com isso. Por isso, saiba que, segundo a Lei Maria da Penha, o abuso moral e psicológico são crimes sujeitos à pena de prisão. Não abaixe a cabeça para qualquer tipo de abuso. Faça valer os seus direitos.

Por : Erika  Borba

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