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Somos dignos de um amor tão grande?

Rádio Advento | 3:00 AM |

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Com quem Deus estava falando quando disse: “Com amor eterno te amei” (Jr 31:3)? Será que não estava falando sério, ao dizer, “Nada… nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus” (Rm 8:39)?
Enterrada nas minas raramente exploradas dos profetas menores está esta joia. “O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para te salvar; ele se deleitará em ti com alegria; calar-se-á por seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo” (Sf 3:17).
Não leia este versículo rápido demais. Leia-o novamente e se prepare para uma surpresa.
“O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para te salvar; ele se deleitará em ti com alegria; calar-se-á por seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo” (Sf 3:17).
Note quem é ativo e quem é passivo. Quem está cantando, e quem está descansando? Quem está se regozijando sobre o seu amado, e quem é o motivo do regozijo?
Tendemos a pensar que nós somos os cantores e que Deus é o objeto do canto. Certamente na maioria dos casos e com frequência, este é o caso. Mas, aparentemente, há vezes em que Deus gostaria que ficássemos quietos e (que pensamento surpreendente!) que O deixássemos cantar a nosso respeito.
Posso ver você se contorcendo em mal-estar. Você diz que não é digno de tal afeição? Judas também não era, mas Jesus lavou os seus pés. Pedro também não era, mas Jesus lhe preparou o café da manhã. Os discípulos que se dirigiam para Emaús também não eram, mas Jesus teve tempo para sentar-se à mesa com eles.
Além disso, quem somos nós para determinar se somos dignos? Nosso trabalho é simplesmente ficar quietos pelo tempo suficiente, e deixar que Ele nos tenha, e deixar que Ele nos ame. 
(Extraído da obra Simplesmente como Jesus, de Max Lucado).

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