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Amizades garantem saúde emocional das crianças

Rádio Advento | 10:00 AM |


Um estudo feito na Universidade de Concordia, EUA, comprovou que “Em longo prazo, as crianças isoladas mostram um aumento do sentimento de tristeza e altos níveis de sentimentos depressivos”, enquanto que “ ter amigos aumenta a capacidade de lidar com problemas e com conflitos, além de promover o hábito de falar sobre os próprios sentimentos”.
Se a criança for muito isolada e os pais não se empenham em ajudá-la a desenvolver amizades, ela pode acumular sentimentos negativos como solidão e desajuste social, por não desenvolver habilidades sociais tais como trocar, conversar, solucionar conflitos, e expressar sentimentos. Ela também pode se tornar egoísta pornão ter a oportunidade de compartilhar suas coisas com outras crianças.
O contato entre as crianças desde cedo é que permite que elas desenvolvam características que serão importantes para a felicidade presente delas e para a vida futura. Com os amigos, elas irão aprender a serem sociáveis, a perderem, a consolarem, falarem sobre seus sentimentos, negociarem e se defenderem.
A criança deve ser estimulada a ter amizades desde o momento em que começa a se desenvolver socialmente. Normalmente é no ambiente escolar que costumam surgir os primeiros laços, mas os pais podem permitir essa aproximação mesmo antes da idade escolar, nos primeiros anos de vida. A partir dos 3 ou 4 anos, quando o filho já tem alguma autonomia para comer sozinho ou quando conseguir ficar algum tempo sem sentir muito a falta dos pais, ele já pode passar, por exemplo, uma tarde na casa de um amigo. Os pais também podem convidar outras crianças para sua casa.
E como saber se são boas as amizades? Os pais podem filtrar tipos de amizades de acordo com suas crenças, princípios e valores e ensinar aos filhos, de acordo com a idade de cada um, a escolherem seus próprios amigos. Ao longo da construção da amizade, é importante que os pais acompanhem os momentos dos filhos com os amigos dando a eles as orientações necessárias para o bom desenvolvimento das relações.
Via : Novo Tempo

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