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O aprazível toque da cortesia

Rádio Advento | 3:30 AM |


E, finalmente, sede todos de um mesmo sentimento, compassivos, amando os irmãos, entranhavelmente misericordiosos e afáveis. 1 Pedro 3:8.
Ao tratar com nosso semelhante devemos todos considerar que eles têm paixões iguais às nossas, sentindo as mesmas fraquezas e sofrendo as mesmas tentações. Como nós eles têm uma luta com a vida, caso queiram manter sua integridade. … A verdadeira cortesia cristã une e aperfeiçoa tanto a justiça como a delicadeza, e a misericórdia e o amor fazem o acabamento, dando os mais delicados toques e mais graciosos atrativos ao caráter.
Abraão era um verdadeiro cavalheiro. Temos em sua vida o mais belo exemplo do poder da verdadeira cortesia. Considerai sua atitude para com Ló. … Quão cavalheirescamente acolhe ele os viajantes, os mensageiros de Deus em sua tenda, e os hospeda! Inclinou-se diante dos filhos de Hete quando lhes comprou a cova em que sepultou sua amada Sara. … Bem sabia Abraão o que um homem devia a seus semelhantes.
Paulo, se bem que firme ao princípio como uma rocha, ainda conservou sempre sua cortesia. Não era destituído de consideração para com a graça e a delicadeza devidas à vida social. O homem de Deus não absorveu o homem da humanidade.
Mas apresentamos Alguém maior que Abraão e Paulo — o Salvador do mundo. Sua vida foi a exata ilustração da genuína delicadeza. Impossível é enumerar os exemplos de Sua bondade, cortesia e terna compaixão e amor. Que raios de suavidade e beleza espargiu em toda a Sua vida a maravilhosa condescendência que revelou! Tinha um olhar bondoso e uma palavra animadora para todos quantos estavam cansados e enfraquecidos pelo trabalho. Estava pronto a ajudar o mais desamparado.
Amor, delicadeza, amabilidade, nunca se perdem. Quando os homens forem transformados do mortal para o imortal, todos os atos de santificada bondade feitos por eles se tornarão manifestos. Esses atos serão conservados pelos séculos eternos. Nem um, por pequenino e simples que seja, será perdido. Pelos méritos da imputada justiça de Cristo, conservarão o seu aroma.
Ellen G. White, Nossa Alta Vocação, pág. 232.

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