
O envelhecimento, apesar de ser um processo normal, torna as pessoas vulneráveis e é nessa vulnerabilidade que a crise se instala. Uma angústia associada à ideia de que a juventude ficou para trás e perdida. Sentimentos que surgem acompanhados da fantasia de que na idade atual não é mais possível arriscar, realizar sonhos ou ambições, uma ideia de que não há mais tempo para finalizar o que ficou inacabado, reavaliam o que gostariam de ter feito ou de ter feito diferente.
É um período marcado pela pressão para crescer, não há como voltar atrás, a maturidade e a independência chegam acompanhadas do peso da responsabilidade.
Num mundo onde se cultiva o Mito da Juventude, envelhecer representa um imenso desafio e muitos buscam meios de fugir, a crise é uma consequência.
Questiona-se o que leva à crise e para ela não existe uma só resposta, existem fatos e acontecimentos unidos a um emocional momentaneamente frágil que resultam na crise. Pode ser o rompimento de uma relação, a perda de uma boa oportunidade profissional, pressão no trabalho, pressão social, demandas. Inúmeros são os disparadores que levarão a uma crise.
A conduta do homem na crise é semelhante quase que universalmente, pesquisas isoladas apontam para certos comportamentos que se repetem mesmo que em países distintos e todos tentam aplacar as mesmas angústias.
Na tentativa de negar a realidade eles criam “antídotos” que os reconduzem à quando eram mais “felizes” e voltam a se comportar como os jovens que foram, buscam amantes, frequentam festas e baladas, aumentam os gastos com carros, viagens e roupas. Recorrem a tudo que os faça acreditar que ainda são jovens e cheios de vigor.
Esse estado de inquietação que os faz sair dos trilhos é compreendido por especialistas como uma fase de transição e aceitação para uma próxima etapa da vida. O homem olha para o passado, reavalia projetos e sonhos, reconsidera o futuro e se prepara para uma nova etapa da vida. Possivelmente alguns sonhos serão deixados de lado, mas abrirá espaço para novas frentes, novas possibilidades e grandes, novos e felizes acontecimentos.
Fonte: Dra. Juliana Amaral (Psicóloga)
A depressão não escolhe idade, poder aquisitivo ou mesmo crença religiosa. Todos nós corremos o risco de ficar depressivos. Inclusive no casamento. Veja, abaixo, alguns “nãos” que desmistificam algumas crenças populares sobre a depressão e emoções negativas:
Você está esgotado(a)? Sente que agora é o momento de mudar algo em sua vida para proteger sua saúde? Veja algumas dicas.Sintoma é o que uma pessoa relata ao médico e que não pode ser visto. Por exemplo, dor de cabeça, angústia, cólica menstrual, ardência no estômago, dor nas costas, etc. O sintoma é um aviso de que algo está ameaçando o equilíbrio no corpo e/ou na mente.
É possível que você esteja vivendo de uma maneira que esteja esgotante, estressante, e como consequência surgem sintomas. O sintoma é o limite do equilíbrio. Ou seja, o sintoma denuncia que o corpo/mente chegou num ponto máximo de tolerância diante dos agentes estressores. Podemos inverter a frase e dizer que o limite é o sintoma. Em outras palavras, até quando você pode aguentar uma pressão na vida? Qual é o seu limite? Tudo tem um limite. Mesmo Deus chegará a um ponto em breve em que Ele dirá que chega de maldade e corrupção e tomará uma atitude já preparada por Ele para realizar justiça.
Se você vem vivendo com fatores estressantes por um tempo longo e vai esgotando as energias e os recursos internos, físicos e emocionais, chega um momento em que o corpo/mente diz: "Não aguento mais!" É quando surge a doença. Ela existirá até o momento em que a pessoa começar a mudar seu estilo de vida para melhor. O tratamento (medicamento ou cirúrgico) poderá interromper aquele tipo de sintoma, mas se a causa não for tratada, o sintoma voltará, talvez em outro órgão, talvez de uma forma diferente.
Acho absurdo se dizer que um paciente está curado de câncer, por exemplo, só porque tirou cirurgicamente o tumor. Câncer é uma doença com fatores múltiplos, inclusive o emocional. Retirar cirurgicamente um tumor é uma parte do tratamento do câncer. Radioterapia e quimioterapia são outros procedimentos. Mas são suficientes para evitar a recidiva (retorno do câncer)? Nem sempre.
Veja o que está sendo estressante demais em sua vida e tome uma atitude para mudar, mesmo que você perca dinheiro, mesmo que alguém fique aborrecido com isto (geralmente quem depende de você de maneira doentia), mesmo que você se sinta só. Há muitas pessoas vivendo em famílias de uma maneira muito injusta para elas. Mas elas acostumaram assim. Assumem responsabilidades que não são delas. Por que fazem isto com elas mesmas? Medo de colocar limites e perder o afeto? Sentem culpa de dizer “não”? Querem controlar o ambiente? Aprenderam com seus pais a forma errada de ajudar e se envolver?
Escreva numa folha de papel uma lista de coisas que você está fazendo em sua vida, no relacionamento com os outros (familiares, colegas de trabalho, amigos, com você mesmo). Exemplo de lista: Eu sempre faço compras do supermercado para casa; só eu levo meus parentes ao médico; quando alguém tem algum problema sou eu que é procurado para resolver o assunto; não me permito descansar pois sempre estou envolvido com alguém que me solicita; etc.
Depois de preparar a lista, faça outra lista com os tópicos que para você são demais, ou seja, você não aguenta mais assumir pelos outros. Esta é a "lista negra". Faça outra lista com coisas que você tem assumido, que deveriam ser compartilhadas por outros, mas que ainda dá para levar por um tempo.
Comece, então, a trabalhar com a "lista negra" para evitar praticar o que está ali, o que significa que você não mais assumirá aquilo que é para outra pessoa assumir. Faça isto, custe o que custar. Não discuta com a pessoa. Faça uma cara de “bôbo(a)” como se tivesse esquecido, quando cobrarem o que você não fez, e não discuta. Também não volte atrás para fazer a coisa que você já sabe que é para outro fazer. Não precisa dizer para o outro que ele(a) é que tem que fazer. Fique na sua e deixe que cada um assuma, se assumir, o que é de cada um. Talvez você possa dizer que tem tanta coisa para fazer que não dá para fazer aquilo, sem ter que explicar que está mudando a estratégia. Explicar isto depende da pessoa com quem você estará se relacionando. Há pessoas que terão muita dificuldade para aceitar que você irá mudar. Mas, lembre-se, saúde é sua responsabilidade e o limite é o sintoma. Se você está com sintoma, o limite chegou. Agora é hora de mudar, com ou sem apoio de qualquer pessoa. Vá com calma, mas vá.
“Lembra-te do teu criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais dirás: Não tenho neles prazer.” Eclesiastes 12:1
Gostaria de meditar um pouco com os jovens neste verso, porém no âmbito da saúde.- Evite os fast food’s. Sempre que for possível leve o seu próprio lanche: frutas, sanduíches naturais, barra de cereais…
- Quando for a alguma festa, procure ingerir frutas ou sucos naturais antes de sair de casa.
- Faça um bom desjejum, tire tempo para sua primeira refeição, ela é a mais importante.
- Tome bastante água, mas somente nos intervalos, evite líquidos junto ás refeições.
- Evite os biscoitos recheados, são muito calóricos e possuem grande quantidade de açúcar e gorduras, chegando a possuir, dependendo da marca, 700 kcal por pacote.
- Prefira sucos naturais em vez de refrigerantes, os refrigerantes são verdadeiras calorias vazias.
- Faça exercícios físicos, não fique parado.
- Leia sempre a informação nutricional do alimento que você está ingerindo, principalmente quanto à porção de gorduras totais do alimento.
- Não faça dietas da moda, procure ajuda de um profissional quando você precisar.
- Mastigue bem os alimentos, a mastigação traz saciedade, assim você vai comer menos.
- Ingira alimentos com fibras, apesar do nosso organismo não possuir enzimas para digerir as fibras, elas são necessárias para que nosso intestino funcione com regularidade.
- Nossa alimentação à noite deve ser leve, em pouca quantidade, nesta hora nosso organismo irá descansar, não o faça trabalhar dobrado.
Seja Feliz!
1. Aborrecer-se à toa com os incidentes mais triviais, com os percalços mais insignificantes do dia-a-dia.
2. Alimentar questiúnculas, curtir complicações, cozinhar azedumes, maldizendo a infeliz hora de ter nascido.
3. Enconchar-se sobre si mesmo, no egoísmo, na intolerância de um coração mesquinho, mais estreito do que ruela de bairro pobre, esquecido pela prefeitura.
4. Inventar toda a sorte de bodes expiatórios, responsáveis diretos por tudo o que sai errado na vida da gente.
5. Ser um eterno pessimista, levando o pessimismo aos outros também.
6. Deixar invariavelmente para amanhã os bons propósitos: de criar juízo, de revisar conceitos, de trocar o choro pelo riso, de podar defeitos, de acertar o passo e marchar direito no desfile da vida.
7. Imaginar perigos em toda parte. Temer ladrões em qualquer esquina. E sentir-se derrotado em todas as linhas de batalha.
8. Desinteressar-se pela evolução do mundo, pelas coisas novas, pelos progressos da atualidade.
9. Não possuir o mínimo de sensibilidade para adivinhar sofrimentos alheios e nunca ter tempo para escutar que nos procura.
10. Esmerar-se em criticar colegas, farejando defeitos, malhando empreendimentos, apedrejando nomes, rasgando reputações.
Deixe Seu Comentario:



















