
“Tenho alguns funcionários que guardam o dia santo ao pôr do sol de sexta-feiras ao pôr do sol do sábado e, portanto, precisam sair do escritório mais cedo. São indivíduos trabalhadores e eu respeito sua dedicação e observância fiel. Quando viajam comigo, chego a programar o voo em meu jato para chegar a tempo de cumprirem as exigências religiosas das sextas-feiras. Eles têm suas prioridades e eu posso sacrificar algumas horas no escritório para esse fim. Sei que são dedicados e que não estão à procura de uma horinha extra de descanso.”
(Donald Trump e Robert T. Kiyosaki, Nós Queremos que Você Fique Rico, p. 223)
Nota:(Jornalista Michelson Borges) O empregador inteligente faria de tudo para ter e manter em seus quadros pessoas capazes de se sacrificar pela fidelidade aos princípios que abraçam. Se não estão dispostos a violar a consciência em relação a Deus, esses fiéis também não o farão em relação aos seres humanos e a seus superiores. Resumindo: são os melhores funcionários para se ter ao seu lado. Mais: grandes homens, como Trump, entendem a importância de se respeitar crenças alheias.
Nota:(Jornalista Michelson Borges) O empregador inteligente faria de tudo para ter e manter em seus quadros pessoas capazes de se sacrificar pela fidelidade aos princípios que abraçam. Se não estão dispostos a violar a consciência em relação a Deus, esses fiéis também não o farão em relação aos seres humanos e a seus superiores. Resumindo: são os melhores funcionários para se ter ao seu lado. Mais: grandes homens, como Trump, entendem a importância de se respeitar crenças alheias.
Ao contrário do que muitas vezes fazemos, a comida doSábado deve ser leve e simples! Nos preocupamos em fazermos banquetes neste dia, mas Deus nos orientou a fazer o contrário.
“Não devemos preparar para o sábado mais liberal provisão de alimento, nem maior variedade que nos outros dias. Em lugar disso, a comida deve ser mais simples, e menos se deve comer, a fim de a mente estar mais clara e vigorosa para compreender as coisas espirituais. Um estômago abarrotado quer dizer um cérebro pesado. As mais preciosas palavras podem ser ouvidas e não apreciadas devido à mente estar confusa por uma alimentação imprópria. Comendo demais no sábado, muita gente faz mais do que julga para se tornar incapaz de receber o benefício de suas sagradas oportunidades.” A Ciência do Bom Viver, p. 307
Experimente alimentar-se de forma simples, leve e saudável neste Sábado! Sinta os benefícios de um corpo leve e de uma mente mais preparada a ouvir e absorver a mensagem de Deus!
Fonte : Mulher Adventista
Mais um sábado chegou, e … que tal tirar este dia para refletir?
A gente passa a semana inteira correndo daqui para lá, lendo jornais, assistindo a programas de TV, pensando sobre os inúmeros compromissos que temos, etc… mas refletindo pouco. Refletir significa, entre outras coisas, “Meditar; Pensar demoradamente”.
“Nicodemos, ao ver Cristo erguido na cruz, lembrou-se das palavras que Ele proferira à noite, no Monte das Oliveiras: “Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:14 e 15. Naquele sábado, enquanto Jesus Se achava no sepulcro, Nicodemos teve ensejo de refletir. Uma luz mais clara iluminou-lhe o espírito, e as palavras que Jesus lhe dirigira não continuaram mais um mistério para ele. Sentiu haver perdido muito por não se ter ligado ao Salvador enquanto vivera. Recordou então os acontecimentos do Calvário. A súplica de Cristo por Seus assassinos, e a resposta que dera ao pedido do ladrão moribundo, tocaram a alma do douto membro do conselho. Contemplou de novo o Salvador em Sua agonia; tornou a ouvir o derradeiro grito: “Está consumado” (João 19:30), proferido como palavras de um vencedor. Viu novamente a terra cambaleando, os Céus entenebrecidos, o véu rasgado, as rochas fendidas, e sua fé para sempre se estabeleceu.” O Desejado de Todas as Nações, p. 775
Que assim como Nicodemos, possamos ter a experiência de fortificarmos nossa fé através da reflexão em Cristo e em seu sacrifício. Pense hoje no que Cristo significa em sua vida! Reflita na vida, nas palavras, nos atos e no caráter de nosso Salvador e Senhor!
Fonte : Mulher Adventista
Podemos adorar a Deus todos os dias. Podemos adorar a Deus em louvor, oração, através de nossos atos e palavras. Podemos adorar a Deus através de nossa vida, através de quem somos, de nossos desejos e decisões.
Então… por que adorar a Deus no Sábado?
A adoração a Deus no Sábado é diferente. Primeiramente porque esse dia foi escolhido por Ele para que O adorássemos de forma especial. O fato de obedecermos à Sua lei, e guardarmos o Seu Sábado já é adoração! Nesse dia, nos afastamos de nossas atividades comuns, podemos nos concentrar totalmente nas coisas divinas, e distante do que é finito, nos aproximar do Deus infinito em adoração!
Você têm adorado a Deus no Sábado? Que pensamentos você costuma ter nesse dia? Como você se veste, anda, se comporta…? Qual o conteúdo de sua conversa? Qual a essência de suas ações?
Deus é o Criador e mantenedor do universo… nós, por sua misericórdia, não somos consumidos! Mesmo pecadores, Ele aceita nossa adoração! Adorar a Deus é um privilégio! Tire este dia para adorar a Deus!
Fonte ; Mulher Adventista
O Sábado é um dia especial, e portanto, devemos nos comportar de maneira especial nesse dia. Isso não significa que devemos comer em banquetes, ou vestir-nos de forma glamurosa. Não se trata disso, afinal de contas, como sabemos, o sábado é dia de comer comida simples. Quanto à nossa roupa, é preciso evitar os desfiles de moda na casa de Deus, assim como o desleixo para com as nossas vestimentas. Devemos, portanto, estar atentos ao nosso vestir:
“[...] São fiéis em seu trato com os irmãos e com o mundo. Evitarão, no vestuário, a superfluidade e a ostentação; mas suas roupas serão asseadas, não luxuosas, discretas, e arranjadas com correção e bom gosto. Especial cuidado será exercido para vestir de maneira que revele sagrada consideração para com o santo sábado e o culto de Deus.” Mensagem aos Jovens, p. 349
“Os Dez Mandamentos, pronunciados do Sinai por Jeová, não podem permanecer no coração de pessoas de hábitos desordenados, sujos. Se o Israel antigo não podia nem mesmo ouvir a proclamação daquela lei santa, a menos que tivessem obedecido à ordem de Jeová, lavando suas vestes, como poderá essa lei sagrada ser escrita no coração de pessoas que não são limpas no corpo, no vestuário ou em seu lar? É impossível. Pode sua profissão ser elevada como o Céu, mas não vale uma palha. Sua influência aborrece aos descrentes. Teria sido melhor se tivessem permanecido fora das fileiras do leal povo de Deus. A casa de Deus é desonrada por semelhantes professadores da fé. Todos os que se reúnem aos sábados para adorar a Deus devem, se possível, ter um traje correto, bem assentado, distinto, para usar na casa de culto. É desonra para o sábado, e para Deus e Sua casa, que os que professam ser o sábado o santo dia do Senhor, digno de honra, usem nesse dia a mesma roupa que usaram durante a semana, trabalhando na lavoura, quando podem obter outra.” Mensagens Escolhidas, Volume 2, p. 474
“Muitos precisam ser instruídos quanto ao modo de se apresentarem nas reuniões para o culto do sábado. Não devem comparecer à presença divina com roupa usada no serviço durante a semana. Todos devem ter uma roupa especial para assistir aos cultos de sábado. Conquanto não seja lícito adaptar-nos às modas do mundo, nossa aparência exterior não nos deve ser indiferente. Devemos vestir-nos com asseio e elegância, mesmo que sem luxo e sem adornos. Os filhos de Deus devem estar limpos interior e exteriormente. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 22.” Orientação da Criança, p. 531
“Todos deveriam ser ensinados a trajar-se com asseio e decência, sem, porém, se esmerarem no adorno exterior que é impróprio para a casa de Deus. Cumpre evitar toda a ostentação em matéria de roupa, que somente serviria para estimular a irreverência. … Deve-se cuidar estritamente de toda a questão do vestuário, seguindo à risca as prescrições bíblicas; a moda é uma deusa que impera no mundo, e não raro se insinua também na igreja. A igreja deve também a esse respeito fazer da Bíblia sua norma de vida, e os pais fariam bem em meditar seriamente nesse assunto. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 201 e 202.” Orientação da Criança, p. 544
” Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou.”Êxodo 20:8-11
Como é bom chegar ao final de uma semana de trabalho e poder descansar na presença de nosso Deus! O Sábado começou a fazer muito mais sentido em minha vida, como dia de descanso, quando estava na faculdade, e meu dia era bastante corrido e cansativo, pois além das provas, trabalhos e aulas, ainda tinham os estágios que me tomavam boa parte do meu tempo. Ah, como era bom quando o sol se punha na sexta-feira e eu podia celebrar a chegada do sábado ao lado de minha família!
Desde então, entendi que somos realmente abençoados com o sábado, dia de descanso. Isso não significa que devemos passando o sábado dormindo. Significa que devemos descansar da correria e dos assuntos seculares, passando um dia agradável com Deus, adorando a Ele e fazendo tudo o que temos visto aqui a cada sábado! O sono que temos após o pôr-do-sol da sexta-feira é diferente do restante da semana, pois ele descansa o nosso corpo para um encontro com Cristo, e não com os afazeres e preocupações de nossa semana!
Deus é nosso maior exemplo de descanso no sábado. Sem necessitar de descanso Ele o fez para nos ser exemplo!
“No princípio, o Pai e o Filho repousaram no sábado após Sua obra de criação. Quando “os céus, e a Terra e todo o seu exército foram acabados” (Gên. 2:1), o Criador e todos os seres celestiais se regozijaram na contemplação da gloriosa cena. “As estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus rejubilavam.” Jó 38:7. Agora Jesus descansava da obra de redenção; e se bem que houvesse dor entre os que O amavam na Terra, reinou contudo alegria no Céu. Gloriosa era aos olhos dos seres celestiais a perspectiva do futuro. Uma criação restaurada, a raça redimida que, havendo vencido o pecado, nunca mais poderia cair – eis o resultado visto por Deus e os anjos, da obra consumada por Cristo. Com esta cena se acha para sempre ligado o dia em que Jesus descansou. Pois Sua “obra é perfeita” (Deut. 32:4); e “tudo quanto Deus faz durará eternamente”. Ecl. 3:14. Quando se der a “restauração de todas as coisas, as quais Deus falou por boca dos Seus santos profetas, desde o princípio do mundo” (Atos 3:21, Trad. Figueiredo), o sábado da criação, o dia em que Jesus esteve em repouso no sepulcro de José, será ainda um dia de descanso e regozijo. O Céu e a Terra se unirão em louvor, quando, “desde um sábado até ao outro” (Isa. 66:23), as nações dos salvos se inclinarem em jubiloso culto a Deus e o Cordeiro.” O Desejado de Todas as Nações, p. 769 e 770
“O sábado convida-nos a contemplar, nas obras criadas, a glória do Criador. Por desejar Jesus que assim fizéssemos, foi que envolveu as Suas preciosas lições com a beleza das coisas naturais. Mais do que em qualquer outro dia, devemos, no santo dia de descanso, estudar as mensagens que Deus para nós escreveu na Natureza. Devemos estudar as parábolas do Salvador onde Ele as pronunciou, nos campos e prados, sob céu aberto, entre a relva e as flores. À medida que penetramos no seio da Natureza, Cristo nos torna real a Sua presença, e nos fala ao coração de Sua paz e amor.”Conselhos Sobre Saúde, p. 165
Neste sábado, procure um lugar especial, em que você possa fazer contato com a natureza, e tire um tempo para refletir nas obras de Deus! Depois, passe aqui, e nos conte como foi a sua experiência!
Que Deus te abençoe!
Fonte ; Mulher Adventista
Fonte ; Mulher Adventista
A lei de Deus é o reflexo de Seu caráter. E qual é o caráter de Deus? O amor! Deus é amor, e Sua lei expressa Seu amor pelos seres criados! É na lei de Deus que encontramos o mandamento sobre o Sábado. O sábado foi dado por Deus ao homem porque Deus nos ama! Sendo assim, amor é algo que combina com Sábado!
Deus é amor. Quando permitimos que Deus transforme nossa vida, e que Seu caráter seja estampado em nossas vidas, amor se manifesta através de nossas ações, porque amor é ação!
É curioso pensar como que ao passo em que as pessoas se distanciam cada vez mais da lei de Deus, e isso inclui a guarda do sábado, o amor do mundo se esfria. Ao sermos lembrados do amor de Deus, no sábado, devemos transformar nossa lembrança em atos de amor. O mundo que se distancia da lei do amor, não observa o santo sábado de Deus!
Os homens que perseguiam Jesus enquanto Ele esteve aqui na Terra, questionavam o fato de Ele curar no sábado. Os mesmos homens que criaram uma série de sub-mandamentos para garantir a guarda da lei de Deus, não entendiam que essa lei se resumia na prática do amor, e que o Sábado, santo dia, aliança de Deus com o Seu povo, Sua marca, Seu selo, era um dia apropriado para amar!
“De acordo com o quarto mandamento, o sábado foi dedicado ao repouso e ao culto religioso. Toda atividade secular devia ser suspensa, mas as obras de misericórdia e beneficência estavam em harmonia com o propósito do Senhor. Elas não deviam ser limitadas a tempo ou lugar. Aliviar os aflitos, confortar os tristes, é um trabalho de amor que faz honra ao dia de Deus. Redemption: or the Teachings of Christ, nº 4, pág. 46. ” Beneficência Social, p. 77
Que Deus nos ajude a amar neste dia! Que o amor seja uma prática comum em nossas vidas!
Fonte : Mulher Adventista
Durante a semana, fazemos orações breves, em momentos rotineiros… muitas vezes, orações decoradas, cujas palavras mudam pouco, e os que ouvem quase conseguem pronunciá-las junto. Podemos dar inúmeras desculpas para os 3 minutos que gastamos diariamente em oração ao longo da semana, mas não há desculpas para não gastarmos um momento especial em oração no sábado.
Acontece, que muitas vezes nos atarefamos tanto com as atividades da Igreja, que esquecemos de falar com Deus, no Dia que foi separado para termos um encontro especial com Ele! Precisamos conversar mais com Deus, e o sábado é o dia perfeito para colocarmos o assunto em dia com o nosso Criador. Não há nenhuma atividade secular que possa roubar nosso tempo, e nossas atividades religiosas não são mais importantes que nosso encontro pessoal com o Senhor de nossas vidas.
Procure um lugar e um horário especial para conversar com Deus no Seu santo dia!
“Precisamos orar mais, e falar menos.” Mensagens Escolhidas, Vol. 1, p. 122
Fonte : Mulher Adventista
Muitas pessoas vêem o Sábado, enquanto dia de guarda, como um dia em que tudo é proibido, não se pode fazer nada! Que grande engano! Há tanto o que se fazer no sábado!
Uma das coisas à qual o sábado é destinado, é fazer o bem ao próximo. Jesus disse: “[...] é lícito fazer o bem nos sábados” Mateus 12:12
“As solicitações para com Deus são ainda maiores no sábado do que nos outros dias. Seu povo deixa então a ocupação ordinária, e passa mais tempo em meditação e culto. Pedem-Lhe mais favores no sábado, que noutros dias. Exigem-Lhe a atenção de modo especial. Anelam Suas mais preciosas bênçãos. Deus não espera que o sábado passe para lhes conceder esses pedidos. A obra no Céu não cessa nunca, e o homem não deve descansar de fazer o bem. O sábado não se destina a ser um período de inútil inatividade. A lei proíbe trabalho secular no dia de repouso do Senhor; o labor que constitui o ganha-pão, deve cessar; nenhum trabalho que vise prazer ou proveito mundanos, é lícito nesse dia; mas como Deus cessou Seu labor de criar e repousou ao sábado, e o abençoou, assim deve o homem deixar as ocupações da vida diária, e devotar essas sagradas horas a um saudável repouso, ao culto e a boas obras. O ato de Cristo em curar o enfermo estava de perfeito acordo com a lei. Era uma obra que honrava o sábado.” O Desejado de Todas as Nações, p. 207
O que é fazer o bem hoje? Levar um visitante para almoçar em nossa casa? Visitar doentes no hospital, ler a Bíblia e cantar para eles?
Escolha hoje algo de bom que você pode fazer a alguém, e o faça!
Fonte ; Mulher Adventista
Durante anos temos ouvido de pregadores e lido de estudiosos, argumentos baseados no descanso - (sabbatismós) de Heb. 4:9 em defesa da continuidade da guarda do sábado no Novo Testamento.
Pesquisando este assunto com mais profundidade, concluiremos que este texto não deve ser usado, como prova de que o repouso sabático permaneceu inalterável após a morte de Cristo. Embora o tema ventilado nesta passagem não seja o dia santificado, ele nos traz uma profunda mensagem referente ao sábado do sétimo dia.
Para uma boa compreensão deste problema, é preciso estudar os capítulos 3 e 4 da carta aos Hebreus, ou o contexto deste verso. Pela leitura se conclui que o autor da carta mostra como o povo judeu, do tempo de Moisés e Josué, não conseguiu entrar no repouso de Deus por causa da sua incredulidade.
Quando Deus tirou a Israel do Egito Ele disse a Moisés: “A minha presença irá contigo, e eu te darei descanso”. Êxo. 33:14.
Para Moisés e Israel estas novas eram muito agradáveis após um período de lutas e agitações no Egito.
As promessas de descanso eram condicionais:
“Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz, e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos. . .”. Israel, muito interessado em entrar na Terra prometida, sempre se lembrava das promessas, mas se esquecia de cumprir as condições. Sabemos que por sua incredulidade quase todos morreram no deserto, sem desfrutarem da Terra prometida.
Foi a este mesmo descanso que Jeremias se referiu quando disse: “Ponde-vos à margem no caminho e vede, perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho; andai por ele e achareis descanso para as vossas almas.. . .” Jer. 6:16.
O livro de Hebreus tem como centro a obra de Cristo para salvar a humanidade. Os capítulos 3 e 4 constituem um apelo para que o povo não falhasse em entrar no repouso divino, como havia acontecido aos filhos de Israel durante as vagueações pelo deserto.
O descanso aqui mencionado é a libertação das tribulações, tragédias, angústias e dores após a segunda vinda de Cristo. Este descanso seria uma maneira diferente de falar da salvação que Deus nos oferece.
Norman Russell Champlin em O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo, Vol. 59, pág. 513, assim se expressou sobre o descanso de Hebreus 3 e 4:
“A fim de que se aplique bem a passagem do A.T., em consideração, o termo chave descanso deve assumir um sentido diferente daquele que foi obviamente empregado no caso da geração do deserto. Ali a palavra indicava uma vida pacífica e estabelecida em Canaã, a Terra prometida. Portanto, esse termo tinha um sentido essencialmente físico. Para os judeus cristãos, porém, era necessário dar-lhe um significado espiritual, equivalente ao entrar nas bênçãos do mundo espiritual. Todavia, essa modificação não foi feita pelo próprio autor sagrado. Primeiramente, isso faz parte inerente do próprio A.T., pois, apesar de que Israel buscava um descanso terreno, por outro lado sempre houve o ensino de seu paralelo celeste, o bem-estar espiritual, embora os pensamentos sobre o outro mundo não tenham sido definidos do mesmo modo como o é no cristianismo, séculos mais tarde”.
Uma pergunta natural que vem à nossa mente é esta: Em que tempo o cristão entra para este repouso? Quando aceita a Cristo ou apenas após a sua segunda vinda?
O estudo do contexto, especialmente das palavras resta (katakeipo), hoje (semeron) e entrar (eiserkomai) nos dão a idéia de que o repouso está à nossa disposição no presente. Este descanso pode ser parcialmente desfrutado agora, mediante a lealdade a Cristo, mas a apropriação plena deste descanso só será possível no futuro, na Nova Terra.
O livro Consultoria Doutrinária da Casa Publicadora, pág. 161, declara: “Quando o homem angustiado e perdido abandona seus próprios esforços e lutas, suas próprias obras, sua justiça própria e seus pecados, e se rende inteiramente a Deus através de Cristo e de sua justiça imaculada, ele entra no princípio desse repouso, e esse repouso se completará, quando o homem entrar na Terra renovada por ocasião da segunda vinda de Cristo”.
Uma outra pergunta que nos ajuda a reflexionar é a seguinte: Como se entra para este repouso? A resposta se encontra no capítulo 4 verso 3. Este é o repouso no qual entrarão os crentes e do qual fala Jesus em Mat. 11:28 e 29. Vinde a mim. Porque nós, os que cremos, entramos neste descanso. Crer é ter fé, é obedecer, é ter confiança em Deus.
Esta oportunidade não estará para sempre à nossa disposição, por isso Heb. 3:13, 15, nos mostra que ela deve ser aproveitada hoje. Este privilégio está à disposição de todo aquele que aceita a Cristo como seu Salvador pessoal.
Através de Hebreus 3 e 4 Paulo usa 9 vezes o termo repouso katapausis, como o alvo a ser atingido, mas em Heb. 4:9 surge uma palavra diferente para repouso – sabbatismós, que apropriadamente pode ser traduzida por “descanso sabático”.
“A palavra usada como ‘repouso’ aqui é diferente da que tem sido empregada em toda a primeira parte do comentário (katapausis) . . . A palavra significa ‘o repouso de um sábado’, e fornece um importante elo de ligação no argumento, indicando o fato de que ‘o repouso’ que o autor tem em vista é o repouso de Deus, uma concepção muito mais alta de repouso, do que qualquer espécie de descanso que Canaã pudesse tipificar de modo adequado. O sábado, que em II Macabeus 15:1 é chamado o ‘dia de repouso’, é tipo mais aproximado do céu do que Canaã.” – Farrar, Cambudge,Greek Testament, Epistle to the Hebrews, pág. 88.
Os estudiosos são unânimes em declarar que o termo “sabbatismós” foi criado pelo autor de hebreus, já que em nenhum documento ou inscrição esta palavra foi encontrada.
Qual a razão do emprego desta nova palavra?
Tudo indica que o apóstolo está unindo a mais profunda experiência de repouso, à qual Deus convida seu povo, com o símbolo da fé que o próprio Deus instituiu, o sábado. Em outras palavras, sendokatapausis o símbolo do repouso de Deus em Cristo, ele nos relembra o repouso do sábado como cessação das nossas obras, assim como Deus cessou das Suas no sétimo dia da Criação.
Como bem asseverou Russel Norman Champlin em O Novo Testamento Interpretado, ao explicar Hebreus 4:9: O autor sagrado criou um vocábulo, que fala ao mesmo tempo, de “descanso” e de “sábado”. E foi assim que ele obteve dois resultados:
1º) Ele distinguiu esse descanso restante de qualquer outro descanso.
2º) Ele o identifica com o próprio descanso de Deus, o qual no quarto versículo, é visto como algo que ocorreu no sétimo dia, quando toda a obra da criação se completara”.
Após citar Heb. 4:9, 11 Ellen White diz:
“O repouso aqui mencionado é o repouso da graça, que se obtém seguindo o preceito: Trabalhai diligentemente. . . . Aqueles que não estão dispostos a prestar ao Senhor um fiel, zeloso e amorável serviço não acharão repouso espiritual nesta vida nem na vida porvir. Apenas de um diligente trabalho provém a paz e o gozo no Espírito Santo – felicidade sobre a Terra e glória no além”. – The SDA Bible Commentary, comentários de Ellen G. White sobre Heb. 4:9, 11.
O pastor Jerry N. Page em artigo no Ministry, junho 1978, pág. 13, com muita propriedade assim se expressou sobre o repouso de Heb. 4:9:
“Embora o sábado seja mencionado apenas incidentemente em um contexto que enfatiza a disponibilidade do repouso da salvação para o homem, o repouso de Deus, no sétimo dia da semana da Criação, revela que o sábado é um símbolo, é uma amostra do repouso da graça. Da mesma forma que o homem comunga com Deus pela fé e desse modo obtém o repouso, assim aconteceu no domínio do tempo, de modo que esta comunhão encontra sua suprema expressão na simbólica dádiva divina do sábado. Quando nosso autor introduz o conceito do repouso divino, não é por coincidência que ele faz um trocadilho pela introdução da palavra sabbatismós. A relação entre o repouso divino como experiência e o sábado como seu símbolo é de maneira conveniente explicada por E. J. Waggoner: ‘O repouso no Éden era repouso sabático. O sábado é um pedaço do Éden que nos resta, até que o Éden seja novamente restaurado; aquele que guarda o sábado como Deus o fez, como Deus o concedeu para ser guardado, goza do repouso que o Senhor Jesus Cristo tem no céu. Mas como pode alguém guardá-lo? pela fé!”1
O sábado como um símbolo da realidade do repouso espiritual tem implicações com a futura, bem como com a passada e a presente salvação. O sábado é um elo especial com a consumação do prometido repouso de Deus. . . O sábado, como símbolo daquele repouso eterno é, num sentido especial, o sinal entre Deus e seu verdadeiro povo do concerto (Ezeq. 20: 12). Ele é o antegozo do eterno repouso e comunhão vindoura com Aquele que é o fundamento de nossa confiança e nosso Criador, Jesus Cristo. O sábado é um símbolo do profundo repouso de Deus no qual entramos agora, enquanto aguardamos a experiência ainda mais completa da qual partilharemos se conservarmos firmes nossa confiança e esperança até o fim.
Concluiremos com as palavras de Vincent em Word Studies in the New Testament, Vol. IV, pág. 420:
“A salvação cristã, após ter sido exposta como a autoridade (de Cristo) sobre o mundo vindouro, como o livramento do temor da morte, agora é apresentada como a participação no descanso de Deus. O propósito dos versículos primeiro a décimo primeiro do quarto capítulo (de Hebreus) consiste em confirmar a esperança desse descanso, advertindo contra a possibilidade de perdê-lo. O descanso de Deus foi proclamado aos nossos antepassados; mas não entraram no mesmo devido à sua incredulidade. Tal descanso também nos foi proclamado. E podemos falhar como aqueles falharam, e devido á mesma razão”.
Do livro Reposo Divino para la Inquietud Humana, de Samuel Bacchiocchi, no capítulo “O Sábado – Mensagem de Redenção”, págs. 127-132, retirei os seguintes pensamentos esparsos por serem os mais expressivos:
Neste capítulo vamos ver de que maneira o sábado tem sido utilizado na Bíblia por Deus, para dar a seu povo um vislumbre de sua salvação presente e futura.
“Anteriormente vimos, como a bênção e santificação do sábado são a expressão do desejo divino de transmitir aos homens vida abundante por meio de sua presença.
“Quando o pecado arruinou as perspectivas de uma vida feliz na presença de Deus, o sábado se converteu no símbolo do empenho divino para restabelecer essas relações rompidas após a queda.
“Havendo identificado em Heb. 4:4 a promessa que Deus fez de um repouso para seu povo com o descanso do sábado, o autor se sente livre para substituir no versículo 9 a expressão comum para ‘descanso’ katapausis, pelo termo mais específico de ‘repouso sabático’ – sabbatismós. Que este vocábulo se refere explicitamente à observância do sétimo dia, está provado pelo significado que este termo tem nos escritos de Plutarco, Justino Mártir e Epifânio, entre outros. Ademais, o verbo afimsabbatizo ‘repousar’ é empregado várias vezes na Septuaginta referindo-se claramente à observância do sábado (conf. Êxo. 16:30; Lev. 23:32; II Crôn. 36:21). Estes fatores advogam decisivamente em favor da interpretação de ‘sabbatismós – repouso sabático’, como uma referência ao descanso do povo de Deus (4:7) no sétimo dia. De outro lado, aquele ‘repouso de Deus’ que os israelitas encontraram ao chegar à terra prometida atualiza-se no sábado, ‘de maneira que resta um repouso sagrado para o povo de Deus’ (4:9). Porém, por outro lado, esse descanso tem adquirido uma nova dimensão com a vinda de Cristo (4:3, 7).
“Para o autor de Hebreus, como disse Gerhard von Rad, a finalidade última da criação e a finalidade última da redenção se identificam na realização dos objetivos, que Deus havia simbolizado no descanso do sábado.
“O conceito de ‘repouso sabático – menuhah, como explica Abraham Joshua Heschel, ‘significa na mentalidade bíblica felicidade e tranqüilidade, paz e harmonia.’ A paz e o repouso do sábado, como aspirações políticas, permaneceram geralmente sem ser cumpridas, e se converteram em símbolos da era messiânica, chamara ‘o fim dos tempos ou ‘o mundo por vir.’ – Teodoro Friedman observa que ‘duas das três passagens nas quais Isaías menciona o sábado estão relacionadas com o tempo do fim (Isa. 56:4, 6; 58;13, 14; 66:22, 24) . . . Não é uma mera coincidência que Isaías empregue as palavras ‘alegria’ (oneg) e ‘honra’ (havod) tanto em suas descrições do sábado como nas do dia da restauração final (58:13 ‘considera este dia como dia de alegria. . . e digno de honra’ conf. 66:10). A razão é clara: a alegria e o gozo que caracterizaram aquele dia estão ao nosso alcance, aqui e agora, no sábado.’
“A literatura rabínica e apocalíptica tardia proporciona exemplos mais específicos do sábado concebido como uma antecipação do mundo por vir.
“O tema do sábado, como sinal de liberação, aparece em diferentes formas no Antigo Testamento e na literatura judaica posterior. Sua condição de dia de descanso, faz que o sábado seja a primeira vez um símbolo e um agente de liberação física e espiritual particularmente eficaz. O fato de que o sábado proporcione liberdade da opressão do trabalho o converte na mais afetiva expressão da redenção divina. Daí a razão do sábado aparecer freqüentemente associado com o tema da salvação.”
Por conta de todos os problemas que enfrentei e ainda continuo enfrentado por ser adventista do sétimo dia e, por consequência, ser guardador do sábado bíblico instituído por Deus na Criação e ratificado nos Dez Mandamentos; por ser formado em Artes Gráficas e ter passado por inúmeras entrevistas, recusando muitas ofertas de emprego por ter que trabalhar aos sábados, resolvi fazer alguma coisa em relação a isso. Peguei todas as economias que tinha feito, resultantes de “bicos”, e apliquei no desenvolvimento do site http://7saturday.com
O site tem como objetivo aproximar adventistas sinceros e servos de Deus que passam pelo mesmo problema que eu, de empresários adventistas ou não adventistas que gostariam de oferecer oportunidades e aproveitar o que os adventistas têm de melhor, nas palavras da apresentadora de TV Ana Hickmann: “Pessoas de princípios e que acreditam nos seus princípios e seguem os seus princípios são pessoas em quem se pode confiar.”
(Eduardo Fonseca; mais informações: vicente-eduardo@hotmail.com)
O site tem como objetivo aproximar adventistas sinceros e servos de Deus que passam pelo mesmo problema que eu, de empresários adventistas ou não adventistas que gostariam de oferecer oportunidades e aproveitar o que os adventistas têm de melhor, nas palavras da apresentadora de TV Ana Hickmann: “Pessoas de princípios e que acreditam nos seus princípios e seguem os seus princípios são pessoas em quem se pode confiar.”
(Eduardo Fonseca; mais informações: vicente-eduardo@hotmail.com)
Porque os Adventistas do 7o Dia Guardam o Sábado?
Para nós é um enorme prazer termos a oportunidade de ajudá-la a entender certos assuntos acerca da Palavra de Deus. Obrigado pelo carinho!
Nós Adventistas do 7º Dia temos como um princípio a guarda do sábado. Porque?
Isto porque Deus, ao terminar o mundo em seis dias, estabeleceu um dia – e este é o sábado – para que o ser humano parasse com suas atividades e repousasse neste dia e para que este se lembrasse do Deus Criador. Vejamos o que dizem as Escrituras:
“Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia”. (Gênesis 1:31 RA).
“Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera”. (Gênesis 2:1-3 RA).
Deus estabeleceu o sábado para que este fosse um “memorial da do Criador” e um “memorial da Criação”. É também um “memorial da redenção”.
Quando guardamos o sábado, estamos lembrando de que há um Deus Criador, e que não estamos no mundo por acaso; estamos dizendo que cremos no Eterno e que admiramos os seus feitos na criação e na redenção do homem.
Jesus Cristo, quando esteve na terra e também os apóstolos guardaram o sábado:
“Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler”. (Lucas 4:16 RA).
“No sábado, saímos da cidade para junto do rio, onde nos pareceu haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. (Atos 16:13 RA).
“Paulo, segundo o seu costume, foi procurá-los e, por três sábados, arrazoou com eles acerca das Escrituras”. (Atos 17:2 RA).
“E, posto que eram do mesmo ofício, passou a morar com eles e ali trabalhava, pois a profissão deles era fazer tendas. E todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. (Atos 18:3-4 RA).
“E ali permaneceu um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de Deus”. (Atos 18:11 RA).
O Senhor Jesus tinha como costume ir á igreja todos os sábados; durante a semana ele trabalhava na carpintaria. O apóstolo Paulo também tinha por costume ir á igreja aos sábados; só na cidade de Corinto, onde ele permaneceu um ano e seis meses (Atos 18:11), ele guardou cerca de 78 sábados.
Os primitivos cristãos, inclusive a virgem Maria, após a morte de Cristo, também guardavam o sábado:
“Era o dia da preparação, e começava o sábado. As mulheres que tinham vindo da Galiléia com Jesus, seguindo, viram o túmulo e como o corpo fora ali depositado. Então, se retiraram para preparar aromas e bálsamos. E, no sábado, descansaram, segundo o mandamento”. (Lucas 23:54-56 RA).
O sábado é um momento em que podemos ter “um lindo encontro com o Senhor Jesus Cristo”. A cada final de semana podemos desfrutar deste maravilhoso companheirismo com o Senhor Jesus, Deus o Pai e com o Espírito Santo. É um dia que podemos também estar na companhia da família. Durante a semana pouco falamos com nosso cônjuge ou filhos e o sábado é um a oportunidade para restabelecermos os laços familiares, na companhia dos familiares e do Senhor Jesus.
A Bíblia diz que o sábado será também observado na Nova Terra:
“Porque, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante de mim, diz o SENHOR, assim há de estar a vossa posteridade e o vosso nome. E será que, de uma Festa da Lua Nova à outra e de um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o SENHOR”. (Isaías 66:22-23 RA).
Na Nova Terra iremos guardar o sábado como um sinal do eterno reconhecimento de que Cristo criou o paraíso do Éden e criou os novos céus e a nova terra de justiça e santidade.
No livro do Apocalipse temos uma descrição de como serão os últimos eventos da história. O livro nos diz que há uma batalha entre o bem e o mal, na qual está envolvida a adoração.
Deus faz um chamado em Apocalipse 14 para que todos adorem a Ele e não á besta. E o modo que Deus escolheu para demonstrarmos que o adoramos é a guarda do sábado. Leiamos o texto:
“... Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”. (Apocalipse 14:7 RA).
Agora, comparemos esta orientação com o texto de Êxodo, e iremos ver melhor a plenitude de seu significado:
“porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou”. (Êxodo 20:11 RA).
Vejamos a semelhança do texto de Apocalipse 14:7, onde é feito um convite para que “adoremos aquele que fez o céu, a terra, o mar, e tudo o que neles há...” com Êxodo 20:11, onde é dito para santificarmos o sábado porque “em seis fez o Senhor o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há” e ao sétimo dia descansou.
O texto de Apocalipse está parafraseando [1] o 4o mandamento. É um convite para que adoremos a Deus no sábado. Veja também que esta mensagem é para os últimos dias.
Deus está chamando um povo para que sejam seus fiéis adoradores.
Adoração será o ponto de controvérsia entre o bem e o mal. De um lado Deus pedindo que o adoremos; de outro lado, um poder exigindo adoração para si mesmo, pedindo que os cristãos guardem outro dia.
Teremos de tomar nossa decisão, ser iremos aceitar o senhorio de Deus ou o senhorio da besta. Iremos demonstrar que aceitamos a autoridade de Deus em nossas vidas ao guardarmos o sábado. Guardando o domingo, a pessoa estará aceitando a autoridade do homem.
Para fazer esta distinção entre quem irá servir a Deus e aceitar a sua autoridade entre quem irá servir á besta e aceitar a autoridade da mesma, Deus estabeleceu um “selo”.Este selo irá fazer a diferença. Vejamos:
“... Não danifiqueis nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos na fronte os servos do nosso Deus”. (Apocalipse 7:3 RA).
Um anjo deu uma mensagem aos outros anjos que estão segurando os ventos da terra (símbolo de guerras, catástrofes) até que os servos de Deus sejam selados em sua fronte. A fronte é um símbolo da mente, pensamento. O selo estará em nossa mente.
Vejamos onde está este selo:
“Resguarda o testemunho, sela a lei no coração dos meus discípulos”. (Isaías 8:16 RA).
Este selo está na lei de Deus, pois a Bíblia diz que a lei seria selada no coração dos discípulos de Deus. Vamos descobrir então qual é o mandamento que contém o ‘selo de Deus’:
“Também lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu sou o SENHOR que os santifica”. (Ezequiel 20:12 RA grifo meu).
“santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR, vosso Deus”. (Ezequiel 20:20 RA).
O selo de Deus ou sinal no Apocalipse é o Sábado. (há o selo do evangelho, no qual somos selados com o Espírito Santo). Como podemos ter certeza?
Além dos versos Bíblicos que estudamos, podemos ver no próprio mandamento as características de um selo. Ex:
O presidente da república Fernando Henrique Cardoso tem um ‘carimbo’. Como este carimbo, ele autentica seus documentos. Este carimbo de FHC pode considerá-lo como sendo um selo, pois distingue determinado documento como sendo dele. É considerado um selo porque tem três principais características: Nome, Função e Domínio.
*NOME: Fernando Henrique Cardoso.
*FUNÇÃO: Presidente.
*DOMÍNIO: Brasil.
Por incrível que possa parecer, o Sábado também contém estas características de ser um selo! Vejamos:
“Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou”. (Êxodo 20:8-11 RA – grifos meus).
Percebeu? O sábado tem estas 3 características de um selo, pois contém o nome do dono do selo, sua função e seu domínio:
*NOME: “Senhor Deus”
*FUNÇÃO: Criador. “Porque em seis dias fez o Senhor...”.
*DOMÍNIO: O Universo. “... o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há...”.
Que maravilhoso!
A santificação do sábado será o que irá distinguir entre os que adoram a Deus em verdade entre os que não o fazem. Ira nos ‘autenticar como sendo propriedades exclusivas de Deus’. É muito importante que nós tenhamos em nossa mente este selo, para que não sejamos punidos como será a besta.
É fundamental que você tenha este selo, selo de reconhecimento de que Deus é o Criador, selo de reconhecimento de que ele somente é digno de nossa adoração, selo de reconhecimento de que Ele é a única autoridade em nossa vida.
Diz acertadamente uma Escritora cristã sobre a importância do sábado no desfecho do conflito entre o bem e o mal:
“O Sábado será a pedra de toque da lealdade; pois é o ponto da verdade especialmente controvertido. Quando sobrevier aos homens a prova final, traçar-se-á a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não o servem”. (Ellen G. White, “O Grande Conflito”, p. 605).
Esta declaração, de que o povo de Deus dos últimos dias, chamados de todas as igrejas, que irá como sinal de obediência guardar o sábado é confirmadíssima pela Bíblia:
“Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. (Apocalipse 14:12 RA)”
Os “santos” são os que ‘guardam os mandamentos de Deus’ (e o sábado está incluído) e a fé em Jesus. Não basta dizer que tem a fé e não obedecer. “A fé sem obras é morta” (Tiago 2:26). Não que as obras salvem; as obras são apenas uma ‘conseqüência’ de nosso relacionamento com Cristo e uma demonstração do ‘tipo de fé’ que temos. A obediência é uma demonstração de fé verdadeira no sacrifício de Jesus.
A quem iremos servir? A quem iremos obedecer? Que possam ser nossas as palavras do apóstolo Pedro e dos demais apóstolos:
“Então, Pedro e os demais apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens”. (Atos 5:29 RA).
Nossa maior motivação em guardar o sábado deve ser o amor ao Senhor Jesus. Diz Ele:
“Se me amais, guardareis os meus mandamentos”. (João 14:15 RA).
Esse amor é desenvolvido pela comunhão com Ele.
Conclusão:
Por estas e outras razões, nós Adventistas do 7º Dia guardamos o sábado. É um memorial eterno do Criador e Redentor. Nos últimos dias Deus está nos chamando para que o honremos em adoração e o dia que Ele escolheu para que guardássemos é o sábado, assim como Jesus, os primitivos cristãos, virgem Maria e os apóstolos o fizeram.
O sábado é o selo de Deus que deve estar em nossa mente. Para que este selo esteja em nós, temos de guardar o sábado. O repouso no 7o Dia será o ponto que irá distinguir entre os que servem a Deus dos que não o servem.
Sendo assim, podemos concluir que todos nós devemos guardar o sábado, pois todos nós devemos obedecer a Deus, todos devem lembrar Deus como nosso Criador e também receber o ‘selo de Deus’, como o diz o livro do Apocalipse.
Estamos orando a Deus para que este selo esteja em sua mente.
Deus lhe abençoe,
Leandro Soares de Quadros
Para nós é um enorme prazer termos a oportunidade de ajudá-la a entender certos assuntos acerca da Palavra de Deus. Obrigado pelo carinho!
Nós Adventistas do 7º Dia temos como um princípio a guarda do sábado. Porque?
Isto porque Deus, ao terminar o mundo em seis dias, estabeleceu um dia – e este é o sábado – para que o ser humano parasse com suas atividades e repousasse neste dia e para que este se lembrasse do Deus Criador. Vejamos o que dizem as Escrituras:
“Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia”. (Gênesis 1:31 RA).
“Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera”. (Gênesis 2:1-3 RA).
Deus estabeleceu o sábado para que este fosse um “memorial da do Criador” e um “memorial da Criação”. É também um “memorial da redenção”.
Quando guardamos o sábado, estamos lembrando de que há um Deus Criador, e que não estamos no mundo por acaso; estamos dizendo que cremos no Eterno e que admiramos os seus feitos na criação e na redenção do homem.
Jesus Cristo, quando esteve na terra e também os apóstolos guardaram o sábado:
“Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler”. (Lucas 4:16 RA).
“No sábado, saímos da cidade para junto do rio, onde nos pareceu haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. (Atos 16:13 RA).
“Paulo, segundo o seu costume, foi procurá-los e, por três sábados, arrazoou com eles acerca das Escrituras”. (Atos 17:2 RA).
“E, posto que eram do mesmo ofício, passou a morar com eles e ali trabalhava, pois a profissão deles era fazer tendas. E todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. (Atos 18:3-4 RA).
“E ali permaneceu um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de Deus”. (Atos 18:11 RA).
O Senhor Jesus tinha como costume ir á igreja todos os sábados; durante a semana ele trabalhava na carpintaria. O apóstolo Paulo também tinha por costume ir á igreja aos sábados; só na cidade de Corinto, onde ele permaneceu um ano e seis meses (Atos 18:11), ele guardou cerca de 78 sábados.
Os primitivos cristãos, inclusive a virgem Maria, após a morte de Cristo, também guardavam o sábado:
“Era o dia da preparação, e começava o sábado. As mulheres que tinham vindo da Galiléia com Jesus, seguindo, viram o túmulo e como o corpo fora ali depositado. Então, se retiraram para preparar aromas e bálsamos. E, no sábado, descansaram, segundo o mandamento”. (Lucas 23:54-56 RA).
O sábado é um momento em que podemos ter “um lindo encontro com o Senhor Jesus Cristo”. A cada final de semana podemos desfrutar deste maravilhoso companheirismo com o Senhor Jesus, Deus o Pai e com o Espírito Santo. É um dia que podemos também estar na companhia da família. Durante a semana pouco falamos com nosso cônjuge ou filhos e o sábado é um a oportunidade para restabelecermos os laços familiares, na companhia dos familiares e do Senhor Jesus.
A Bíblia diz que o sábado será também observado na Nova Terra:
“Porque, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante de mim, diz o SENHOR, assim há de estar a vossa posteridade e o vosso nome. E será que, de uma Festa da Lua Nova à outra e de um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o SENHOR”. (Isaías 66:22-23 RA).
Na Nova Terra iremos guardar o sábado como um sinal do eterno reconhecimento de que Cristo criou o paraíso do Éden e criou os novos céus e a nova terra de justiça e santidade.
No livro do Apocalipse temos uma descrição de como serão os últimos eventos da história. O livro nos diz que há uma batalha entre o bem e o mal, na qual está envolvida a adoração.
Deus faz um chamado em Apocalipse 14 para que todos adorem a Ele e não á besta. E o modo que Deus escolheu para demonstrarmos que o adoramos é a guarda do sábado. Leiamos o texto:
“... Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”. (Apocalipse 14:7 RA).
Agora, comparemos esta orientação com o texto de Êxodo, e iremos ver melhor a plenitude de seu significado:
“porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou”. (Êxodo 20:11 RA).
Vejamos a semelhança do texto de Apocalipse 14:7, onde é feito um convite para que “adoremos aquele que fez o céu, a terra, o mar, e tudo o que neles há...” com Êxodo 20:11, onde é dito para santificarmos o sábado porque “em seis fez o Senhor o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há” e ao sétimo dia descansou.
O texto de Apocalipse está parafraseando [1] o 4o mandamento. É um convite para que adoremos a Deus no sábado. Veja também que esta mensagem é para os últimos dias.
Deus está chamando um povo para que sejam seus fiéis adoradores.
Adoração será o ponto de controvérsia entre o bem e o mal. De um lado Deus pedindo que o adoremos; de outro lado, um poder exigindo adoração para si mesmo, pedindo que os cristãos guardem outro dia.
Teremos de tomar nossa decisão, ser iremos aceitar o senhorio de Deus ou o senhorio da besta. Iremos demonstrar que aceitamos a autoridade de Deus em nossas vidas ao guardarmos o sábado. Guardando o domingo, a pessoa estará aceitando a autoridade do homem.
Para fazer esta distinção entre quem irá servir a Deus e aceitar a sua autoridade entre quem irá servir á besta e aceitar a autoridade da mesma, Deus estabeleceu um “selo”.Este selo irá fazer a diferença. Vejamos:
“... Não danifiqueis nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos na fronte os servos do nosso Deus”. (Apocalipse 7:3 RA).
Um anjo deu uma mensagem aos outros anjos que estão segurando os ventos da terra (símbolo de guerras, catástrofes) até que os servos de Deus sejam selados em sua fronte. A fronte é um símbolo da mente, pensamento. O selo estará em nossa mente.
Vejamos onde está este selo:
“Resguarda o testemunho, sela a lei no coração dos meus discípulos”. (Isaías 8:16 RA).
Este selo está na lei de Deus, pois a Bíblia diz que a lei seria selada no coração dos discípulos de Deus. Vamos descobrir então qual é o mandamento que contém o ‘selo de Deus’:
“Também lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu sou o SENHOR que os santifica”. (Ezequiel 20:12 RA grifo meu).
“santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR, vosso Deus”. (Ezequiel 20:20 RA).
O selo de Deus ou sinal no Apocalipse é o Sábado. (há o selo do evangelho, no qual somos selados com o Espírito Santo). Como podemos ter certeza?
Além dos versos Bíblicos que estudamos, podemos ver no próprio mandamento as características de um selo. Ex:
O presidente da república Fernando Henrique Cardoso tem um ‘carimbo’. Como este carimbo, ele autentica seus documentos. Este carimbo de FHC pode considerá-lo como sendo um selo, pois distingue determinado documento como sendo dele. É considerado um selo porque tem três principais características: Nome, Função e Domínio.
*NOME: Fernando Henrique Cardoso.
*FUNÇÃO: Presidente.
*DOMÍNIO: Brasil.
Por incrível que possa parecer, o Sábado também contém estas características de ser um selo! Vejamos:
“Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou”. (Êxodo 20:8-11 RA – grifos meus).
Percebeu? O sábado tem estas 3 características de um selo, pois contém o nome do dono do selo, sua função e seu domínio:
*NOME: “Senhor Deus”
*FUNÇÃO: Criador. “Porque em seis dias fez o Senhor...”.
*DOMÍNIO: O Universo. “... o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há...”.
Que maravilhoso!
A santificação do sábado será o que irá distinguir entre os que adoram a Deus em verdade entre os que não o fazem. Ira nos ‘autenticar como sendo propriedades exclusivas de Deus’. É muito importante que nós tenhamos em nossa mente este selo, para que não sejamos punidos como será a besta.
É fundamental que você tenha este selo, selo de reconhecimento de que Deus é o Criador, selo de reconhecimento de que ele somente é digno de nossa adoração, selo de reconhecimento de que Ele é a única autoridade em nossa vida.
Diz acertadamente uma Escritora cristã sobre a importância do sábado no desfecho do conflito entre o bem e o mal:
“O Sábado será a pedra de toque da lealdade; pois é o ponto da verdade especialmente controvertido. Quando sobrevier aos homens a prova final, traçar-se-á a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não o servem”. (Ellen G. White, “O Grande Conflito”, p. 605).
Esta declaração, de que o povo de Deus dos últimos dias, chamados de todas as igrejas, que irá como sinal de obediência guardar o sábado é confirmadíssima pela Bíblia:
“Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. (Apocalipse 14:12 RA)”
Os “santos” são os que ‘guardam os mandamentos de Deus’ (e o sábado está incluído) e a fé em Jesus. Não basta dizer que tem a fé e não obedecer. “A fé sem obras é morta” (Tiago 2:26). Não que as obras salvem; as obras são apenas uma ‘conseqüência’ de nosso relacionamento com Cristo e uma demonstração do ‘tipo de fé’ que temos. A obediência é uma demonstração de fé verdadeira no sacrifício de Jesus.
A quem iremos servir? A quem iremos obedecer? Que possam ser nossas as palavras do apóstolo Pedro e dos demais apóstolos:
“Então, Pedro e os demais apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens”. (Atos 5:29 RA).
Nossa maior motivação em guardar o sábado deve ser o amor ao Senhor Jesus. Diz Ele:
“Se me amais, guardareis os meus mandamentos”. (João 14:15 RA).
Esse amor é desenvolvido pela comunhão com Ele.
Conclusão:
Por estas e outras razões, nós Adventistas do 7º Dia guardamos o sábado. É um memorial eterno do Criador e Redentor. Nos últimos dias Deus está nos chamando para que o honremos em adoração e o dia que Ele escolheu para que guardássemos é o sábado, assim como Jesus, os primitivos cristãos, virgem Maria e os apóstolos o fizeram.
O sábado é o selo de Deus que deve estar em nossa mente. Para que este selo esteja em nós, temos de guardar o sábado. O repouso no 7o Dia será o ponto que irá distinguir entre os que servem a Deus dos que não o servem.
Sendo assim, podemos concluir que todos nós devemos guardar o sábado, pois todos nós devemos obedecer a Deus, todos devem lembrar Deus como nosso Criador e também receber o ‘selo de Deus’, como o diz o livro do Apocalipse.
Estamos orando a Deus para que este selo esteja em sua mente.
Deus lhe abençoe,
Leandro Soares de Quadros
Devem os magistrados e as pessoas residentes nas cidades repousar, e todas as oficinas ser fechadas no venerável dia do sol”[1]. Esse decreto para o repouso no dia de domingo foi promulgado no dia 7 de março pelo Imperador Romano Constantino no ano de 321 A.D.A Bíblia tem uma lei onde o dia de sábado figura como o dia de repouso: “Lembra-te do dia de sábado, para o santificar.” (Êxodo 20:8).
Pode um decreto feito por algum poder humano alterar a Lei de Deus? Será que o sábado foi anulado com a vinda de Cristo? Por que a maioria dos cristãos guarda o domingo? Quem mudou o dia de guarda?
O Catecismo do Rev. Peter Geiermann[2] recebeu a bênção do Papa Pio X, e sobre a mudança do sábado ele diz o seguinte:
“Pergunta: Qual é o dia de repouso?
“Resposta: O dia de repouso é o sábado.
“Pergunta: Por que observamos o domingo em lugar do sábado?
“Resposta: Observamos o domingo em lugar do sábado porque a Igreja Católica, no Concílio de Laodicéia (336 A.D.), transferiu a solenidade do sábado para o domingo”.
Em outro livro Católico (The Catholic Press de Sydney) novamente a mudança é atribuída à própria igreja:
“O domingo é uma instituição católica e a reivindicação à sua observância só pode ser defendida nos princípios católicos.
“Do princípio ao fim das Escrituras não há uma única passagem que autorize a transferência do culto público semanal do último dia da semana para o primeiro”[3].
Um dos motivos que desencadeou esta mudança na lei de Deus foi a aversão aos judeus e ao dia que os identificavam, o sábado, como conseqüência (Jesus, Paulo e os discípulos eram Judeus, isso revela que o cristianismo não é contrário ao judaísmo). O desejo de conquistar pagãos adoradores do sol (o dia de identificação deles era o domingo) foi outra razão da alteração do dia de guarda na Igreja Católica.
Note o que foi escrito por Vincent Ryan na sua obra O Domingo (Esse livro Católico é recente e fala da história, espiritualidade e celebração do Domingo):
“Domingo. À primeira vista, Sunday [Sun-dia Day-sol], o nome inglês do domingo, não parece ter significado cristão. De fato, a palavra inglesa é de origem pagã, uma lembrança do culto ao sol no mundo antigo. Entre os romanos, esse era o dies solis, o dia consagrado ao deus-sol”[4].
Numa outra obra intitulada Doutrina Católica, vemos o domingo inserido como sendo o terceiro mandamento da Lei de Deus: “Guardar os Domingos e Festas”[5]. É interessante que o texto usado como base é o mesmo texto de Êxodo 20, onde o sábado aparece como o quarto mandamento[6].
Em resposta a um boletim escrito por um protestante atacando as doutrinas Católicas, o Pe. Júlio Maria é feliz quando refuta a questão do dia de guarda:
“O boletim protestante diz: Guardamos o Domingo. Mas, como é isso, caro protestante? Isto é romano! Mostre-me onde está na Bíblia o preceito de guardar o Domingo?... Aqui os sabatistas têm razão contra as outras seitas: o Sábado é o dia do senhor! (Êx. 20:10). Santificai o dia do Sábado (Jr. 17:22). Guardai o meu Sábado, diz o Senhor (Êx. 31:14). Este homem não é de Deus, pois não guarda o sábado (Jó. 9:16).
“Eis o que é bem claro e positivo. Em parte nenhuma figura o Domingo como o dia do Senhor. Como é que um protestante zeloso, cioso de observar todos os preceitos da Bíblia, desobedece tão formalmente?
“Olhe caro amigo, isto faz até duvidar do seu protestantismo!...
“Nós, católicos romanos, guardamos o Domingo, em lembrança da ressurreição de Cristo, e por ordem do chefe da nossa Igreja, que preceituou tal ordem do Sábado ser do Antigo Testamento, e não obrigar mais no Novo Testamento.
“O amigo está se afastando do protestantismo e virando católico. Meus parabéns!”[7]
Em resposta aos ataques doutrinários feitos por um protestante, de forma escrita, o Pe. Júlio Maria defende a doutrina católica. Apesar de tudo o que ele escreveu ser algo notável, muitos que se dizem cristãos não guardam o Sábado, e desta forma, estão seguindo um decreto Católico. No dia 16 de outubro de 2002, a Revista Veja, págs 11 a 15, publicou uma entrevista com o Pe. John McCloskey. Esse padre se tornou famoso por converter protestantes nos Estados Unidos, e uma de suas declarações acabou como título do artigo: “A Igreja não vai mudar”. É interessante que o padre enfatiza o poder da igreja Católica, como legisladora de doutrinas e teses: “Quem acredita tem de se entregar totalmente às teses da Igreja”, declarou o padre.
A igreja Católica não mudou e não vai mudar, são os protestantes que estão mudando, e retornando para o local de onde vieram: a igreja de Roma. Se Martinho Lutero ressuscitasse hoje ficaria decepcionado de ver todo seu esforço deitado por terra na maioria das igrejas cristãs.
A reforma iniciada por ele ficou em muitas denominações estagnada. Seu objetivo era voltar a ter “Somente a Escritura” como base de fé e doutrinas, e seu trabalho deveria ser levado a diante em outros pontos doutrinários, como o dia de guarda.
Você não precisa ser teólogo para compreender os textos abaixo, mas se compreendê-los, vai acabar se tornando um reformador como Lutero:
Êxodo 31:16 “Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações”.
Êxodo 31:18 “E, tendo acabado de falar com ele no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus”. (Os Dez Mandamentos não foram escritos por Moisés, mas pelo Próprio Deus).
Salmos 111:7 e 8 “As obras de suas mãos são verdade e justiça; fiéis, todos os seus preceitos. Estáveis são eles para todo o sempre, instituídos em fidelidade e retidão”.
Mateus 5:17 a 19: Jesus disse: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra. Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus”. (Jesus não veio mudar a lei, por isso, ela não foi cravada na cruz, como é dito por aí).
Lucas 4:16 “Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler”. (Jesus tinha o costume de ir adorar no sábado)
Atos 17:2 “Paulo, segundo o seu costume, foi procurá-los e, por três sábados, arrazoou com eles acerca das Escrituras”.
Atos 18:4 “E todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”.
Atos 25:8 “Paulo, porém, defendendo-se, proferiu as seguintes palavras: Nenhum pecado cometi contra a lei dos judeus, nem contra o templo, nem contra César”.
(Paulo além de adorar e pregar no sábado como Jesus, ele afirma não ser transgressor).
Tiago 2:10 “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos”. (Não adianta guardar nove mandamentos).
Danie7:25 “Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo”. (A Bíblia já antecipava que a Lei de Deus seria mudada pelo poder do mal).
A Igreja Católica, quando coloca a autoridade final na própria igreja e não na Bíblia, é coerente ao guardar o domingo, pois se julgam na autoridade de mudar a Lei de Deus. Por outro lado muitos afirmam crer que a Bíblia é autoridade final e guardam o domingo, isso é incoerência.
Deus nos dá a liberdade para escolher a quem e o que seguir. Espero que sua escolha seja coerente, e se sua base for a Bíblia, tenho certeza que o Senhor ficará muito feliz.
Porque o Sábado?
Está comprovado que cada pessoa tem necessidade de um descanso semanal. É por isso que a maioria descansa um dia na semana (normalmente o Domingo), ou como alguns pastores, na segunda-feira.
O descanso sabático não é meramente descanso físico. Deus não se cansou por criar o mundo em seis dias! A palavra “descansou” (Gên. 2:2) no original tem a mesma raiz da palavra Sábado, ou seja, poderia ser traduzida de forma literal por “sabadeou”. Isso significa que guardar o Sábado é muito mais que repouso físico, é honrá-lo como memorial da criação de Deus, reconhecendo a Ele como Criador e Mantenedor.
É por isso que Deus não nos pediu um dia em sete dias, Ele pediu o Sábado. Não é um princípio, mas algo determinado! Poderia ser a segunda-feira? Se Deus a tivesse escolhido, sim, mas Ele escolheu o Sábado. Guardando o dia escolhido por Deus, você reconhece a soberania do Criador, se mostra obediente e submisso à Sua vontade.
Dia do Senhor
“Achei-me em visão no dia do Senhor,” foi a declaração feita por João em Apocalipse 1:10. Infelizmente é necessário defender que esse dia é o Sábado, e não qualquer outro dia, no nosso meio adventista.
Alguns estão “tirando o corpo fora” dizendo que esse dia não é um dia literal, mais um dia simbólico, que representa o dia do juízo de Deus.
O próprio contexto confirma a literalidade da expressão: (v.9) João está numa ilha (uma pessoa num local preciso) chamada Patmos (ilha literal, ou há alguém que quer conseguir uma interpretação simbólica para ela, como a “solidão espiritual”); (v.10) num tempo preciso, dia do Senhor, e ouviu algo preciso, que está nos versos seguintes.
Assim como o sábado era especial para João, o deve ser para nós. Além de ser o memorial da Criação, da Redenção e da Salvação futura, ele é o dia do Senhor nosso Deus (Sábado como dia do Senhor: Êx. 20:10; Isa. 58:13; Marc. 2:27-28).
Sinal de Deus
O que é um sinal na Bíblia?
Vou responder fazendo uso de meu caderno de anotações das aulas de teologia, num estudo feito sobre sinal, pelo Pr. Reinaldo Siqueira (Ph.D. em Antigo Testamento):
Características de um sinal:
1) Intrinsecamente não há nada no sinal que o faça melhor do que o outro de sua categoria. Ex. O sábado tem a mesma quantidade de horas do que os outros dias; o ar é o mesmo; etc.
2) Está ligado ao ato que fundamenta o concerto de Deus com os homens. Ex. No Éden, o sábado está ligado com a criação; na morte de Jesus, está ligado com a redenção.
3) É algo estabelecido por Deus que requer observação e cujo sentido está baseado somente na autoridade divina.
Exemplos de sinais na Bíblia: Arco-íris (que em si mesmo não tem força para impedir um outro dilúvio, como Deus prometeu); circuncisão; batismo.
A Bíblia afirma que o Sábado é o sinal de Deus (Ezequiel 20:20). Obedecê-Lo é reconhecer Seu poder e se colocar como um servo fiel e obediente.
[1] Veja detalhes no livro de Carlyle B. Haynes, Do Sábado Para o Domingo, 7ª ed. (Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 1998), 43 e 44 .
[2] Ibid, 48.
[3] Ibid, 49 e 50.
[4] Vincent Ryan, O Domingo: História, Espiritualidade, Celebração. (São Paulo: Paulus, 1997), 49.
[5] Ver Pe. Luiz G. da Silveira D’Elboux, Doutrina Católica, 12ª ed. (São Paulo: Edições Loyola1992), 53.
[6] Ibid.
[7] Padre Júlio Maria, Ataques Protestantes às Verdades Católicas com as Respectivas Respostas Irrefutáveis, 4ª ed.. (Petrópolis, RJ: Editora Vozes Limitada, 1950), 61 e 62.
PR. YURI RAVEM
Em conversa com um amigo evangélico sobre o assunto do sábado, este me informou que nunca havia lido um texto do Novo Testamento que indicasse o sábado como Dia de Observação. E você? Já leu algo no Novo Testamento algo sobre o sábado? Vamos ler juntos?
Marcos 2:27-28
E prosseguiu: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. Pelo que o Filho do homem até do sábado é Senhor.
João 5:18
Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus.
Atos 13:14 e 44
Mas eles, passando de Perge, chegaram a Antioquia da Psídia; e entrando na sinagoga, no dia de sábado, sentaram-se.
No sábado seguinte reuniu-se quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus.
Atos 16:13
No sábado saímos portas afora para a beira do rio, onde julgávamos haver um lugar de oração e, sentados, falávamos às mulheres ali reunidas.
Lucas 23:56
Então voltaram e prepararam especiarias e unguentos. E no sábado repousaram, conforme o mandamento.
Marcos 2:27-28
E prosseguiu: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. Pelo que o Filho do homem até do sábado é Senhor.
João 5:18
Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus.
Atos 13:14 e 44
Mas eles, passando de Perge, chegaram a Antioquia da Psídia; e entrando na sinagoga, no dia de sábado, sentaram-se.
No sábado seguinte reuniu-se quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus.
Atos 16:13
No sábado saímos portas afora para a beira do rio, onde julgávamos haver um lugar de oração e, sentados, falávamos às mulheres ali reunidas.
Lucas 23:56
Então voltaram e prepararam especiarias e unguentos. E no sábado repousaram, conforme o mandamento.
Pergunta 1
Foi o Sábado feito somente para o povo judeu? ou o Sábado é tambem extensivo a todos os Cristãos?
A Bíblia começa da seguinte maneira:
“No princípio, criou Deus os céus e a terra”. Quando a seqüência de fatos, que se seguiram a este verso, terminou, ou seja, após a completa criação da Terra e de todo ser vivente, Deus instituiu a ordem e as leis que regeriam este mundo.
Uma das ordens mencionadas nesse capítulo da Criação era a guarda do Sétimo Dia, o Sábado, como memorial da Criação e para o descanso das atividades físicas do homem.
Está escrito nas Sagradas Escrituras:
“E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera” Gênesis 2. 2-3
Quando Deus terminou sua criação, não havia Judeus, nem qualquer outra religião.
Havia somente Adão e Eva, seguidores do Deus vivo. Portanto, o Sábado foi dado para o homem e não para um povo determinado. Isto também é confirmado nas palavra de Jesus
em Marcos 2. 27.
O Sábado, ou descanso semanal, foi instituído por Deus junto com as outras Leis, que revelavam sua vontade e demonstraram a ordem que rege o universo. Não fosse assim, o roubo, o adultério, o assassinato e outros atos maus não seriam pecados, até Deus dar a Lei escrita em pedra para Moisés. Porém, não é isto o que nos ensina a história de Caim e Abel. Caim foi condenado por quebrar o 6º mandamento de Deus.
Leia este verso:
“Viu Deus a terra e eis que estava corrompida; porque todo o ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra.” Gênesis 6:12
Para que a terra fosse achada em falta e corrompida nos tempos de Noé, haveria necessidade de um padrão para dizer se o homem estava no caminho bom ou mau.
Veja também em Isaias
"2-Bem-aventurado o homem que fizer isto, e o filho do homem que lançar mão disto: que se abstém de profanar o sábado, e guarda a sua mão de cometer o mal.
3- E não fale o estrangeiro, que se houver unido ao Senhor, dizendo: Certamente o Senhor me separará do seu povo; nem tampouco diga o eunuco: Eis que eu sou uma árvore seca.
4- Pois assim diz o Senhor a respeito dos eunucos que guardam os meus sábados, e escolhem as coisas que me agradam, e abraçam o meu pacto:
5- Dar-lhes-ei na minha casa e dentro dos meus muros um memorial e um nome melhor do que o de filhos e filhas; um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará.
6- E aos estrangeiros, que se unirem ao Senhor, para o servirem, e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos seus, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem o meu pacto," Isaias 56:2-6
Portanto, a Lei foi dada para o povo de Deus, independentemente de sua época ou de seu nome.
Pergunta 2
Será que o texto de Colossenses 2.16-17 aboliu o Sábado?
Eis o texto:
“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém, o corpo é de Cristo.”
Esta é uma pergunta muito comum, porém devemos nos lembrar de que, no Sinai, além dos Dez Mandamentos, (eternos, como já vimos) Deus deu a seu povo uma série de Leis cerimoniais que visavam o bem-estar físico de cada pessoa e de toda a comunidade.
Essas Leis tratavam de assuntos diversos como sacrifícios, coisas imundas, ofertas por pecados, como assentar acampamentos e até onde enterrar os dejetos humanos.
O objetivo dessas Leis era educar o povo. Através delas, Deus também estabeleceu sete dias anuais de descanso (feriados), também chamados de sábados.
O próprio nome sábado que dizer descanso.
Esses feriados estavam relacionados com o dia da festa das trombetas, do tabernáculo, com o dia da expiação, etc. Eram sábados móveis, pois caiam, a cada ano, em um dia diferente; ao passo que o Sábado do Decálogo era comemorado sempre no sétimo dia da semana.
Ao morrer na cruz, Cristo aboliu todo o sistema de sacrifícios e de festas religiosas, os quais tinham por objetivo apontar para ele, o Cordeiro de Deus.
Todas as festas e cerimônias judaicas eram apenas uma “sombra”, uma imagem do que seria o sacrifício de Cristo por nós. Prova disto é que quando Jesus morreu, o véu do templo, que separava o lugar Santo do Santíssimo se rasgou(Mc 15:38), mostrando que o sacrifício de Cristo estava feito. O Sábado semanal não tem nada a ver com os sábados cerimoniais.
Leia o capitulo(Colossenses 2) todo com atenção e você verá que Paulo esta falando de tradições e leis cerimoniais judaicas, não dos dez mandamentos nem tampouco do Sábado semanal.
Como já vimos, o Sábado semanal foi guardado e ensinado por Jesus, e, segundo a Bíblia, terá validade até o final dos tempos.
“Porque, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante de mim, diz o Senhor, assim há de estar a vossa posteridade e o vosso nome. E será que, de uma Festa da Lua Nova à outra e de um sábado a outro, virá toda carne a adorar perante mim, diz o Senhor.” Isaías 66.22-23
“Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra.” Mateus 5.17-18
Lembre-se: A Bíblia é uma só. E o Deus que a inspirou é o mesmo desde o princípio e por toda a eternidade. Se, durante toda a História do mundo, o Sábado, ou sétimo dia, foi separado para honra, louvor e adoração a Deus, por que, de uma hora para outra,
Deus iria mudá-lo, em um único versículo, que tem interpretação duvidosa?
Não teria ele inspirado Paulo, Pedro ou Lucas
para nos fazer um sermão mais adequado sobre um mudança de tamanha importância?
Lembre-se:
O sábado faz parte de uma Lei maior.
Pergunta 3
Como posso saber se, com as mudanças de Calendário, o Sábado de hoje é o mesmo Sábado de Adão?
Primeiro, o próprio Jesus guardava o mesmo dia de Sábado dos Judeus, que já o guardavam há, pelo menos, 4.000 anos, após Adão ter saído do Paraíso.
Hoje, temos certeza que pela tradição judaica e sua fidelidade pela Lei que guardamos o mesmo Sábado que Jesus guardou. Se este era o Sábado verdadeiro para Ele, certamente o será para mim também.
Agora, será que é este o sentido de guardá-lo? Santificar um dia?
Não se esqueça de que o Sábado foi feito para o homem e não o homem para o Sábado.
Ele é um dia de descanso e para memória da criação feita por Deus.
Outro ponto importante é que, mundialmente, a semana sempre foi de sete dias e o Sábado é o único dia que não teve seu nome alterado para adorar alguma divindade pagã.
Não há realmente mérito em saber se o Sábado de hoje é realmente o múltiplo de 7 em relação com o Sábado de Adão. O importante é: Separar o sétimo dia, o Sábado para a honra e glória de Deus.
Pergunta 4
Não podemos guardar qualquer dia, ao invés do Sábado?
Se Deus é tão específico com sua ordens e mandamentos, por que não faria questão de que o dia separado para sua honra fosse o Sábado? Se pegarmos, um a um, os outros nove mandamentos veremos que Deus não aceitaria mudanças, provocadas pela consciência do homem ou pela sua conveniência.
“Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus...” 1 Coríntios 3.19
Será que poderíamos ao invés de adorar um único Deus, ter dois ou três para nos assegurarem a salvação?
Poderíamos ter uma imagem de escultura bem pequenininha para nosso culto, a fim de não nos desviarmos demais do segundo mandamento?
Será que Deus me permite roubar ou adulterar, se a minha consciência diz que posso?
Pode o homem guiar-se pela sua consciência sem medo de errar? Basta olhar ao redor e ver o mundo em que vivemos. Além disto, este foi justamente o argumento de Satanás ao enganar aos nossos primeiros pais.
“Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal.” Gênesis 3.4-5
O resultado de Eva ter escolhido seguir sua própria consciência e vontade nós já conhecemos.
Por isso, pergunto a você:
Devemos seguir a nossa consciência e a tradição dos homens, em lugar de um pedido direto de Deus? Creio que você já sabe a resposta.
Veja o exemplo de Caim:
Deus pediu a Adão e a seu filhos que oferecessem um determinado sacrifício a fim de ser sempre lembrada a esperança da vinda do Messias e remissor de seus pecados.
Deus queria um cordeiro puro e sem mácula. Ao invés de trazer o cordeiro, como foi pedido por Deus, Caim trouxe aquilo que queria, ou seja, frutas e verduras para adorar ao Senhor.
Resultado: A sua oferta não foi aceita e isto o entristeceu grandemente.
Não porque a frutas eram feias ou estavam estragadas. Caim ofereceu o melhor que tinha, mais não o que Deus pediu. Ele colocou a sua própria vontade, o seu próprio interesse a frente do pedido de Deus.
Aqui ele quebrou o primeiro mandamento.
“Não terás outro Deus diante de mim” Exo20:3
Então, o Senhor advertiu a Caim:
“Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo.” Gênesis 4.7
Infelizmente,
Caim não atendeu ao apelo de Deus, e, como sabemos, matou seu irmão.
Então respondo esta pergunta com outra pergunta:
Será que devemos então oferecer a Deus só aquilo que nosso coração deseja, que a nossa conveniência permite, ou devemos oferecer somente aquilo que Ele nos pede, sem tirar nem por?
Foi o Sábado feito somente para o povo judeu? ou o Sábado é tambem extensivo a todos os Cristãos?
A Bíblia começa da seguinte maneira:
“No princípio, criou Deus os céus e a terra”. Quando a seqüência de fatos, que se seguiram a este verso, terminou, ou seja, após a completa criação da Terra e de todo ser vivente, Deus instituiu a ordem e as leis que regeriam este mundo.
Uma das ordens mencionadas nesse capítulo da Criação era a guarda do Sétimo Dia, o Sábado, como memorial da Criação e para o descanso das atividades físicas do homem.
Está escrito nas Sagradas Escrituras:
“E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera” Gênesis 2. 2-3
Quando Deus terminou sua criação, não havia Judeus, nem qualquer outra religião.
Havia somente Adão e Eva, seguidores do Deus vivo. Portanto, o Sábado foi dado para o homem e não para um povo determinado. Isto também é confirmado nas palavra de Jesus
em Marcos 2. 27.
O Sábado, ou descanso semanal, foi instituído por Deus junto com as outras Leis, que revelavam sua vontade e demonstraram a ordem que rege o universo. Não fosse assim, o roubo, o adultério, o assassinato e outros atos maus não seriam pecados, até Deus dar a Lei escrita em pedra para Moisés. Porém, não é isto o que nos ensina a história de Caim e Abel. Caim foi condenado por quebrar o 6º mandamento de Deus.
Leia este verso:
“Viu Deus a terra e eis que estava corrompida; porque todo o ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra.” Gênesis 6:12
Para que a terra fosse achada em falta e corrompida nos tempos de Noé, haveria necessidade de um padrão para dizer se o homem estava no caminho bom ou mau.
Veja também em Isaias
"2-Bem-aventurado o homem que fizer isto, e o filho do homem que lançar mão disto: que se abstém de profanar o sábado, e guarda a sua mão de cometer o mal.
3- E não fale o estrangeiro, que se houver unido ao Senhor, dizendo: Certamente o Senhor me separará do seu povo; nem tampouco diga o eunuco: Eis que eu sou uma árvore seca.
4- Pois assim diz o Senhor a respeito dos eunucos que guardam os meus sábados, e escolhem as coisas que me agradam, e abraçam o meu pacto:
5- Dar-lhes-ei na minha casa e dentro dos meus muros um memorial e um nome melhor do que o de filhos e filhas; um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará.
6- E aos estrangeiros, que se unirem ao Senhor, para o servirem, e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos seus, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem o meu pacto," Isaias 56:2-6
Portanto, a Lei foi dada para o povo de Deus, independentemente de sua época ou de seu nome.
Pergunta 2
Será que o texto de Colossenses 2.16-17 aboliu o Sábado?
Eis o texto:
“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém, o corpo é de Cristo.”
Esta é uma pergunta muito comum, porém devemos nos lembrar de que, no Sinai, além dos Dez Mandamentos, (eternos, como já vimos) Deus deu a seu povo uma série de Leis cerimoniais que visavam o bem-estar físico de cada pessoa e de toda a comunidade.
Essas Leis tratavam de assuntos diversos como sacrifícios, coisas imundas, ofertas por pecados, como assentar acampamentos e até onde enterrar os dejetos humanos.
O objetivo dessas Leis era educar o povo. Através delas, Deus também estabeleceu sete dias anuais de descanso (feriados), também chamados de sábados.
O próprio nome sábado que dizer descanso.
Esses feriados estavam relacionados com o dia da festa das trombetas, do tabernáculo, com o dia da expiação, etc. Eram sábados móveis, pois caiam, a cada ano, em um dia diferente; ao passo que o Sábado do Decálogo era comemorado sempre no sétimo dia da semana.
Ao morrer na cruz, Cristo aboliu todo o sistema de sacrifícios e de festas religiosas, os quais tinham por objetivo apontar para ele, o Cordeiro de Deus.
Todas as festas e cerimônias judaicas eram apenas uma “sombra”, uma imagem do que seria o sacrifício de Cristo por nós. Prova disto é que quando Jesus morreu, o véu do templo, que separava o lugar Santo do Santíssimo se rasgou(Mc 15:38), mostrando que o sacrifício de Cristo estava feito. O Sábado semanal não tem nada a ver com os sábados cerimoniais.
Leia o capitulo(Colossenses 2) todo com atenção e você verá que Paulo esta falando de tradições e leis cerimoniais judaicas, não dos dez mandamentos nem tampouco do Sábado semanal.
Como já vimos, o Sábado semanal foi guardado e ensinado por Jesus, e, segundo a Bíblia, terá validade até o final dos tempos.
“Porque, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante de mim, diz o Senhor, assim há de estar a vossa posteridade e o vosso nome. E será que, de uma Festa da Lua Nova à outra e de um sábado a outro, virá toda carne a adorar perante mim, diz o Senhor.” Isaías 66.22-23
“Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra.” Mateus 5.17-18
Lembre-se: A Bíblia é uma só. E o Deus que a inspirou é o mesmo desde o princípio e por toda a eternidade. Se, durante toda a História do mundo, o Sábado, ou sétimo dia, foi separado para honra, louvor e adoração a Deus, por que, de uma hora para outra,
Deus iria mudá-lo, em um único versículo, que tem interpretação duvidosa?
Não teria ele inspirado Paulo, Pedro ou Lucas
para nos fazer um sermão mais adequado sobre um mudança de tamanha importância?
Lembre-se:
O sábado faz parte de uma Lei maior.
Pergunta 3
Como posso saber se, com as mudanças de Calendário, o Sábado de hoje é o mesmo Sábado de Adão?
Primeiro, o próprio Jesus guardava o mesmo dia de Sábado dos Judeus, que já o guardavam há, pelo menos, 4.000 anos, após Adão ter saído do Paraíso.
Hoje, temos certeza que pela tradição judaica e sua fidelidade pela Lei que guardamos o mesmo Sábado que Jesus guardou. Se este era o Sábado verdadeiro para Ele, certamente o será para mim também.
Agora, será que é este o sentido de guardá-lo? Santificar um dia?
Não se esqueça de que o Sábado foi feito para o homem e não o homem para o Sábado.
Ele é um dia de descanso e para memória da criação feita por Deus.
Outro ponto importante é que, mundialmente, a semana sempre foi de sete dias e o Sábado é o único dia que não teve seu nome alterado para adorar alguma divindade pagã.
Não há realmente mérito em saber se o Sábado de hoje é realmente o múltiplo de 7 em relação com o Sábado de Adão. O importante é: Separar o sétimo dia, o Sábado para a honra e glória de Deus.
Pergunta 4
Não podemos guardar qualquer dia, ao invés do Sábado?
Se Deus é tão específico com sua ordens e mandamentos, por que não faria questão de que o dia separado para sua honra fosse o Sábado? Se pegarmos, um a um, os outros nove mandamentos veremos que Deus não aceitaria mudanças, provocadas pela consciência do homem ou pela sua conveniência.
“Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus...” 1 Coríntios 3.19
Será que poderíamos ao invés de adorar um único Deus, ter dois ou três para nos assegurarem a salvação?
Poderíamos ter uma imagem de escultura bem pequenininha para nosso culto, a fim de não nos desviarmos demais do segundo mandamento?
Será que Deus me permite roubar ou adulterar, se a minha consciência diz que posso?
Pode o homem guiar-se pela sua consciência sem medo de errar? Basta olhar ao redor e ver o mundo em que vivemos. Além disto, este foi justamente o argumento de Satanás ao enganar aos nossos primeiros pais.
“Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal.” Gênesis 3.4-5
O resultado de Eva ter escolhido seguir sua própria consciência e vontade nós já conhecemos.
Por isso, pergunto a você:
Devemos seguir a nossa consciência e a tradição dos homens, em lugar de um pedido direto de Deus? Creio que você já sabe a resposta.
Veja o exemplo de Caim:
Deus pediu a Adão e a seu filhos que oferecessem um determinado sacrifício a fim de ser sempre lembrada a esperança da vinda do Messias e remissor de seus pecados.
Deus queria um cordeiro puro e sem mácula. Ao invés de trazer o cordeiro, como foi pedido por Deus, Caim trouxe aquilo que queria, ou seja, frutas e verduras para adorar ao Senhor.
Resultado: A sua oferta não foi aceita e isto o entristeceu grandemente.
Não porque a frutas eram feias ou estavam estragadas. Caim ofereceu o melhor que tinha, mais não o que Deus pediu. Ele colocou a sua própria vontade, o seu próprio interesse a frente do pedido de Deus.
Aqui ele quebrou o primeiro mandamento.
“Não terás outro Deus diante de mim” Exo20:3
Então, o Senhor advertiu a Caim:
“Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo.” Gênesis 4.7
Infelizmente,
Caim não atendeu ao apelo de Deus, e, como sabemos, matou seu irmão.
Então respondo esta pergunta com outra pergunta:
Será que devemos então oferecer a Deus só aquilo que nosso coração deseja, que a nossa conveniência permite, ou devemos oferecer somente aquilo que Ele nos pede, sem tirar nem por?
Estes dois assuntos, aparentemente diferentes e desconexos, são na realidade frutos da mesma razão e lógica. O princípio básico, logo que compreendido, não deixa dúvidas sobre a importância da devolução da décima parte do que recebemos, e sobre a observância do sétimo dia como especial e santo. Para podermos entender melhor cada um desses princípios, vamos começar falando sobre o dízimo, pois este tem gerado menos controvérsias e é geralmente aceito por todos os cristão, embora, muitas vezes, de maneira automática.
O dízimo, às vezes, é encarado como uma obrigação, o que nos faz lembrar antigos rituais pagãos, onde se ofereciam de tudo para apaziquar a ira seus deuses.
Muito cristãos tem oferecido o dízimo com o objetivo de satisfazer a Deus ou garantir para si e sua família conforto e prosperidade.
O principio bíblico para o dízimo muitas vezes é mal interpretado e leva muitos a crer na necessidade de “pagar” ao Senhor.
Por que devolvemos os dízimos?
A própria Bíblia nos responde nos seguintes versos:
“ Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contêm, o mundo e os que nele habitam. Fundou-a Ele sobre os mares e sobre suas correntes os estabeleceu.”
Salmos 24:1,2
“...porque do Senhor é a terra e a sua plenitude.” I Corintos 10.26
“Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai. E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados. Não temais, pois! Bem mais vaLeis vós do que muitos pardais.”
Mateus 10.29-31
Nesses versos, podemos ver que Deus é o criador e o mantenedor de todas as coisas e seres viventes. Se cremos na Bíblia e na criação, sabemos que todo ouro, toda prata, todas as riquezas da terra, enfim, tudo foi criado segundo a vontade do Pai.
Por esses versos também chegamos à conclusão de que vêm do Criador a saúde, o trabalho, e todas as oportunidades que temos para enriquecer. Consequentemente, não só nosso corpo, mas também nossas vidas e tudo o que temos devemos a Ele. Teoricamente, como mordomos fiéis e súditos leais de Deus, deveríamos devolver tudo ao legítimo proprietário. Mas não é isto que Ele nos pede.
“Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se Eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida.” Mal. 3.10
“Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho.” 1 Coríntos 9.14
Interessante! Deus não pede tudo. Ele pede de volta somente a décima parte do que recebemos a fim de que as pessoas, que vivem totalmente da pregação do evangelho, tenham sustento.
Nada mais justo!
Mas será que Deus não poderia, de alguma outra forma, sustentar Seus servos que pregam o evangelho? A resposta é “sim”. Mas acontece que esta não é a única razão do dízimo.
Como em tudo o que Deus ordena, o principal objetivo deste mandamento é o beneficio do próprio homem. Como? Veja este verso:
“Minha é a prata, meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos.” Ageu 2.8
Através da devolução voluntária da décima parte dos nosso lucros, nos nunca nos esqueceremos de nossa total dependência do Criador. Nunca nos esqueceremos de que quem é toda prata e todo ouro. Nunca nos esqueceremos de que nossa vida e nossa saúde dependem de Deus.
Enfim, nunca seremos ingratos. Em tudo daremos graças a Deus. Este é o principal objetivo.
Outro beneficio do dízimo é na luta contra nosso próprio egoísmo. A tendência do ser humano, desde a mais tenra idade, é a de manter tudo o que puder para si.
Para comprovar este fato, basta observar a atitude de qualquer criancinha brincando com outra. O Eu, pelo próprio instinto de sobrevivência, está sempre em primeiro lugar.
A devolução do dízimo nos ajuda a colocar o Eu em seu devido lugar. Assim, estaremos sempre mais dispostos a ajudar o semelhante, não importa a situação em que nos encontremos.
O dar é a melhor maneira de aprender a amar.
Então você me pergunta:
O que o Dízimo e o Sábado têm em comum?
E eu respondo:
O Sábado e o dízimo têm o mesmo principio.
Apesar de o Sábado representar 1/7 (um sétimo) das horas semanais, ele também foi criado para que os homens possam se lembrar de quem foi o Criador de todas as coisas.
Vamos reler o quarto mandamento:
“Lembra-te do dia do Sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de Sábado e o santificou”. Êxodo 20. 8-11
Deus relembra aqui qual é a origem do sábado. Em seis dias, Ele criou tudo o que temos em redor, mas, no sétimo dia, Ele nada fez; e o separou para o descanso do homem e para que este medite nas obras e no poder de Deus. Foi Ele que nos criou. Por isso, separando um dia para a sua adoração, e abdicando de fazer a nossa própria vontade, nesse dia em especial, o Sábado, estamos dizendo a Deus que reconhecemos Sua soberania e a necessidade de sua presença protetora em nossas vidas.
Não é um fardo, é uma bênção especialmente se amamos a Deus. É mais uma vez a luta contra o Eu e contra o egoísmo, que pretendem utilizar todo o tempo que nos resta para nosso próprio proveito e alegria.
E o nosso semelhante?
E aquele que necessita de uma visita especial?
Que tempo dedicaremos aos desafortunados, se estamos somente interessados no trabalho e no acúmulo de dinheiro? O sábado não é para nós e, sim, para os outros.
Jesus disse:
“Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo, é licito, nos sábados, fazer o bem.” Mateus 12.12
Devemos nos lembrar de que, da mesma forma que o dízimo, o sábado também foi criado para o nosso próprio bem.
Não duvide. Creia nisso.
Reveja a promessa de Deus:
“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao Sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do Senhor o disse.” Isaías 58.13-14
Deus nos dá uma promessa.
Ele nos diz que, se guardarmos o seu dia, nos dará alegria sem par. Mas será que faz mesmo diferença guardar ou não o Sábado, e deixar de fazer nele as nossas próprias coisas? Então olhe ao seu redor e veja quantos estão hoje enfermos ou morrendo por excesso de trabalho ou preocupação; quantos não sofrem de doenças cardíacas originadas no stress e na fadiga;
Quantas famílias não estão sendo destruídas pela falta de dialogo ou pela falta de tempo juntos sem ser na frente da televisão; Quantos filhos não estão crescendo sem um contato real com seus pais, a não ser na hora de acordar ou dormir.
Preste atenção!
Mais um vez, Deus promove um mandamento que tem como objetivo beneficiar o próprio homem.
Jesus disse:
“O Sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do Sábado.”
Marcos 2.27
É evidente que o sábado foi feito para beneficiar o homem. Se, durante 24 horas, o ser humano deixar de lado todas as suas atividades normais, todas as suas preocupações diárias, toda sua correria atrás de compromissos e dedicar o seu pensamento para a sua família, para o seu semelhante e para louvor de seu Deus, é evidente que sua saúde será recompensada.
Nosso Deus é um Deus de razão, e tudo o que faz tem um objetivo claro e prático.
Quando deixamos de separar o seu Santo Dia, privamo-nos a nós mesmos da saúde,
do companheirismo e do amor que Ele planejou para nós.
E qual de nós é tolo o suficiente, para deixar de lado algo que nos faz bem, e vai nos produzir uma vida mais feliz?
Experimente separar o próximo Sábado para meditação sobre as obras de Deus,
para o convívio com a sua família e para ajudar aos que precisam de você.
Tenho certeza de que sua vida será outra, desse dia em diante.
O dízimo, às vezes, é encarado como uma obrigação, o que nos faz lembrar antigos rituais pagãos, onde se ofereciam de tudo para apaziquar a ira seus deuses.
Muito cristãos tem oferecido o dízimo com o objetivo de satisfazer a Deus ou garantir para si e sua família conforto e prosperidade.
O principio bíblico para o dízimo muitas vezes é mal interpretado e leva muitos a crer na necessidade de “pagar” ao Senhor.
Por que devolvemos os dízimos?
A própria Bíblia nos responde nos seguintes versos:
“ Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contêm, o mundo e os que nele habitam. Fundou-a Ele sobre os mares e sobre suas correntes os estabeleceu.”
Salmos 24:1,2
“...porque do Senhor é a terra e a sua plenitude.” I Corintos 10.26
“Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai. E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados. Não temais, pois! Bem mais vaLeis vós do que muitos pardais.”
Mateus 10.29-31
Nesses versos, podemos ver que Deus é o criador e o mantenedor de todas as coisas e seres viventes. Se cremos na Bíblia e na criação, sabemos que todo ouro, toda prata, todas as riquezas da terra, enfim, tudo foi criado segundo a vontade do Pai.
Por esses versos também chegamos à conclusão de que vêm do Criador a saúde, o trabalho, e todas as oportunidades que temos para enriquecer. Consequentemente, não só nosso corpo, mas também nossas vidas e tudo o que temos devemos a Ele. Teoricamente, como mordomos fiéis e súditos leais de Deus, deveríamos devolver tudo ao legítimo proprietário. Mas não é isto que Ele nos pede.
“Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se Eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida.” Mal. 3.10
“Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho.” 1 Coríntos 9.14
Interessante! Deus não pede tudo. Ele pede de volta somente a décima parte do que recebemos a fim de que as pessoas, que vivem totalmente da pregação do evangelho, tenham sustento.
Nada mais justo!
Mas será que Deus não poderia, de alguma outra forma, sustentar Seus servos que pregam o evangelho? A resposta é “sim”. Mas acontece que esta não é a única razão do dízimo.
Como em tudo o que Deus ordena, o principal objetivo deste mandamento é o beneficio do próprio homem. Como? Veja este verso:
“Minha é a prata, meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos.” Ageu 2.8
Através da devolução voluntária da décima parte dos nosso lucros, nos nunca nos esqueceremos de nossa total dependência do Criador. Nunca nos esqueceremos de que quem é toda prata e todo ouro. Nunca nos esqueceremos de que nossa vida e nossa saúde dependem de Deus.
Enfim, nunca seremos ingratos. Em tudo daremos graças a Deus. Este é o principal objetivo.
Outro beneficio do dízimo é na luta contra nosso próprio egoísmo. A tendência do ser humano, desde a mais tenra idade, é a de manter tudo o que puder para si.
Para comprovar este fato, basta observar a atitude de qualquer criancinha brincando com outra. O Eu, pelo próprio instinto de sobrevivência, está sempre em primeiro lugar.
A devolução do dízimo nos ajuda a colocar o Eu em seu devido lugar. Assim, estaremos sempre mais dispostos a ajudar o semelhante, não importa a situação em que nos encontremos.
O dar é a melhor maneira de aprender a amar.
Então você me pergunta:
O que o Dízimo e o Sábado têm em comum?
E eu respondo:
O Sábado e o dízimo têm o mesmo principio.
Apesar de o Sábado representar 1/7 (um sétimo) das horas semanais, ele também foi criado para que os homens possam se lembrar de quem foi o Criador de todas as coisas.
Vamos reler o quarto mandamento:
“Lembra-te do dia do Sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de Sábado e o santificou”. Êxodo 20. 8-11
Deus relembra aqui qual é a origem do sábado. Em seis dias, Ele criou tudo o que temos em redor, mas, no sétimo dia, Ele nada fez; e o separou para o descanso do homem e para que este medite nas obras e no poder de Deus. Foi Ele que nos criou. Por isso, separando um dia para a sua adoração, e abdicando de fazer a nossa própria vontade, nesse dia em especial, o Sábado, estamos dizendo a Deus que reconhecemos Sua soberania e a necessidade de sua presença protetora em nossas vidas.
Não é um fardo, é uma bênção especialmente se amamos a Deus. É mais uma vez a luta contra o Eu e contra o egoísmo, que pretendem utilizar todo o tempo que nos resta para nosso próprio proveito e alegria.
E o nosso semelhante?
E aquele que necessita de uma visita especial?
Que tempo dedicaremos aos desafortunados, se estamos somente interessados no trabalho e no acúmulo de dinheiro? O sábado não é para nós e, sim, para os outros.
Jesus disse:
“Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo, é licito, nos sábados, fazer o bem.” Mateus 12.12
Devemos nos lembrar de que, da mesma forma que o dízimo, o sábado também foi criado para o nosso próprio bem.
Não duvide. Creia nisso.
Reveja a promessa de Deus:
“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao Sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do Senhor o disse.” Isaías 58.13-14
Deus nos dá uma promessa.
Ele nos diz que, se guardarmos o seu dia, nos dará alegria sem par. Mas será que faz mesmo diferença guardar ou não o Sábado, e deixar de fazer nele as nossas próprias coisas? Então olhe ao seu redor e veja quantos estão hoje enfermos ou morrendo por excesso de trabalho ou preocupação; quantos não sofrem de doenças cardíacas originadas no stress e na fadiga;
Quantas famílias não estão sendo destruídas pela falta de dialogo ou pela falta de tempo juntos sem ser na frente da televisão; Quantos filhos não estão crescendo sem um contato real com seus pais, a não ser na hora de acordar ou dormir.
Preste atenção!
Mais um vez, Deus promove um mandamento que tem como objetivo beneficiar o próprio homem.
Jesus disse:
“O Sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do Sábado.”
Marcos 2.27
É evidente que o sábado foi feito para beneficiar o homem. Se, durante 24 horas, o ser humano deixar de lado todas as suas atividades normais, todas as suas preocupações diárias, toda sua correria atrás de compromissos e dedicar o seu pensamento para a sua família, para o seu semelhante e para louvor de seu Deus, é evidente que sua saúde será recompensada.
Nosso Deus é um Deus de razão, e tudo o que faz tem um objetivo claro e prático.
Quando deixamos de separar o seu Santo Dia, privamo-nos a nós mesmos da saúde,
do companheirismo e do amor que Ele planejou para nós.
E qual de nós é tolo o suficiente, para deixar de lado algo que nos faz bem, e vai nos produzir uma vida mais feliz?
Experimente separar o próximo Sábado para meditação sobre as obras de Deus,
para o convívio com a sua família e para ajudar aos que precisam de você.
Tenho certeza de que sua vida será outra, desse dia em diante.












