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Amar e viver com um amor que brilha

Rádio Advento | 9:38 AM |

nascer_sol_1“Hoje fui à igreja, e não fiquei deprimido”. Estas palavras, de Robert Louis Steveson, dão a impressão de que esse fato era um fenômeno extraordinário.
O que se pode dizer de nossa adoração hoje? Pode ser que não deprima, mas será que imprimevitalidade e poder?
William Barclay disse: “A vida cristã devia possuir um brilho intenso; mas, muitas vezes, os cristãos dão a aparência de pranteadores num funeral, e falam como espectros numa festa”. E nós? Estamos vivos, com alegria?
O “Imperador Juliano”, de Ibsen, faz um comentário cortante acerca dos cristãos: “Já examinou atentamente os cristãos? Olhos fundos, rostos pálidos, todos de peitos chatos; ruminam até morrer, sem o estímulo da ambição; o sol brilha para eles, mas não o merecem; todo o seu desejo é renunciar e sofrer para que venham a morrer”. Crítica severa, essa.
Oliver Wendell Holmes, certa vez disse: “Eu poderia ter entrado para o ministério, se certos clérigos que conheço não tivessem tido a aparência de coveiros e agido como tais”. Essa pode ser uma análise injusta, mas todos devemos perguntar: o que as pessoas encontrarão hoje em nossa vida?
Samuel Chadwick disse: “Deus é amor; Deus é fogo. Os dois são um. O Espírito Santo batiza com fogo. As almas cheias com o Espírito ardem para Deus. Amam com um amor que brilha. Creem com uma fé que acende. Servem com uma devoção que consome. Odeiam o pecado com uma ferocidade que queima. Regozijam-se com uma alegria que irradia. O amor é aperfeiçoado no fogo de Deus”.
Como definiriam as pessoas a vida cristã baseadas em nossa vida? 
 (Escrito por Lloyd Ogilvie)
Via : Amilton Menezes

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