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Rádio Advento | 4:08 AM |


direto_pontoJesus jamais se deixou impressionar por orações longas e formais feitas para serem ouvidas e admiradas pelas pessoas. Ele expôs e condenou aqueles que usavam mal a dinâmica da oração a fim de ganhar status espiritual. Todos nós conhecemos pessoas cuja oratória na oração deve ofender a Deus. Não oramos a fim de convencer a Deus, mas para conversar com Ele. Nossa oração é uma resposta ao Seu Espírito que em nós opera, criando o desejo de orar. A multidão de palavras pouca diferença faz. Seja direto e simples.
Observe as pessoas que captaram a atenção de Jesus. Ele sempre estava totalmente disponível aos necessitados que faiam a oração breve e honesta: “Mestre, tenha misericórdia de mim e ajuda-me!” A pessoa cheia de conversa não conseguia a aprovação de Jesus. Ele, com frequência, chocava os pretendentes à piedade verbosa e loquaz, que tentavam criar uma boa impressão mediante as palavras. Eles os forçava a irem além de suas palavras, até seu estado moral. A exigência moral radical do Senhor deu realidade e honestidade aos seguidores loquazes e orientados para as palavras. Jesus exigiu a integridade de palavras e vida.
Peter Berger tem analisado as formas culturais, políticas e sociais da religião norte-americana. Ele disse que ela resulta em algo semelhante ao que se segue: “Tenha fé na fé – pois é de grande valor terapêutico. Levante-se pela manhã, ponha-se de frente para a janela, atire a cabeça para trás, respire profundamente três vezes, repetindo: ‘Eu creio, eu creio, eu creio’”.
Mas o objetivo de nossa crença é mais importante do que as palavras que proferimos. Jesus deseja vida, não apenas palavras. (Escrito por Lloyd Ogilvie)

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