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Um “jogador” diferenciado

Rádio Advento | 1:34 PM |

Quando éramos jovens, eu e os garotos da vizinhança gostávamos de jogar futebol na rua. Assim que chegávamos em casa, depois da escola, deixávamos os livros e íamos brincar. O rapaz do outro lado da rua tinha um pai com uma grande paixão pelo futebol. Logo que ele aparecia na rua, voltando do trabalho, começávamos a gritar para que viesse jogar conosco. Ele não conseguia resistir. Sem nenhuma imparcialidade, perguntava “que time está perdendo?”, e logo entrava naquele time, que frequentemente parecia ser o meu.
A sua chegada mudava toda a confusão do jogo. Ele era confiante, forte e, acima de tudo, tinha um plano. Nós o rodeávamos, e ele dizia, olhando para nós: “Ok, rapazes, isto é o que vamos fazer”. O outro time padecia antes que deixássemos o jogo.
Você percebe? Não somente tínhamos um novo plano, tínhamos um novo líder. Ele trouxera vida nova ao nosso time.
Deus faz exatamente a mesma coisa. Não precisávamos de um novo jogo; precisávamos de um novo plano. Não precisávamos trocar posições, mas sim de um novo jogador, que é Jesus Cristo, o Filho unigênito de Deus – “estando nós ainda mortos em nossas ofensas, [Deus] nos vivificou juntamente com Cristo” (Efésios 2:5).
A solução de Deus não é preservar os mortos, mas ressuscitá-los. “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (II Coríntios 5:17).
Jesus quer fazer conosco aquilo que Ele fez com Lázaro. Bom é saber dito, pois o que Marta disse sobre Lázaro pode ser dito acerca de nós: “Senhor, já cheira mal, porque é já de quatro dias” (João 11:39). Marta estava falando de todos nós. A raça humana está morta e malcheirosa. Estamos mortos e sepultados há bastante tempo. Não precisamos de alguém que nos conserve; precisamos de alguém que nos ressuscite. Na sujeita da nossa vida, existe morte, e temos estado nela há tanto tempo que acabamos nos acostumando ao mau cheiro. Mas Cristo não.
E Cristo não suporta a ideia de que os seus filhos apodreçam no cemitério. Nós somos os cadáveres; Ele é o que visita os cadáveres. Nós somos os mortos; Ele é o ressuscitador. A nossa tarefa não é a de nos levantarmos, mas a de admitir que estamos mortos. Os únicos que permanecem nos túmulos são aqueles que não percebem que estão ali.
(Escrito por Max Lucado)

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