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Vai conhecer a família e amigos do seu amor? Veja 6 dicas para não fazer feio!

Rádio Advento | 3:00 AM |

Não costumo gostar muito de generalizações e quem acompanha o que eu escrevo pode perceber que evito fazê-las. Neste artigo, no entanto, uma generalização é necessária: o momento de conhecer a família e os amigos do(a) namorado(a) é um momento tenso para todo mundo. Reconheço que entre esse “todo mundo” pode haver uma ou outra exceção, pois há pessoas realmente zen e despreocupadas por aí, porém a regra geral é a tensão nesta ocasião. 

Houve um tempo em que eram as famílias quem decidiam os relacionamentos de seus filhos, e estas decisões se baseavam única e exclusivamente em razões econômicas e sociais. Os casamentos eram contratos celebrados entre famílias, de modo que os próprios noivos não tinham nenhuma possibilidade de opinar. Hoje, no entanto, tudo é muito diferente. Somos nós quem escolhemos nossos parceiros, sendo essa escolha baseada no amor, na afeição, nas afinidades... Poderíamos supor, portanto, que o peso da família nas relações é quase nulo, certo? Ledo engano. 

Conhecer os amigos e, principalmente, a família do outro parece ser quase um teste de fogo para a relação. Mesmo que a família ou os amigos não tenham, na maioria dos casos, o poder concreto de vetar um relacionamento, a sensação é a de que tudo pode ir por água abaixo caso não sejamos “aprovados” por essas pessoas. E se, na nossa cabeça, podemos ser “aprovados” ou “reprovados” é porque a sensação é a de verdadeiramente estarmos passando por uma “prova”. 

Mas será que é tudo isso mesmo? Será que conhecer família e amigos do outro realmente é motivo para toda essa tensão? Penso que não. O importante é haver um meio termo entre a tranquilidade total (quase impossível de se conseguir!) e uma ansiedade que ultrapasse determinados limites. Afinal de contas, seu namoro não é com a família ou os amigos, mesmo que eles sejam importantes, certo? 

Controlada a ansiedade, como agir? O que fazer? O que dizer? Como se comportar? Embora não haja um manual ou regras rígidas, aqui vão algumas sugestões: 

1- “Conheça-os” antes de conhecê-los pessoalmente É sempre interessante saber um pouco da história das pessoas que você está prestes a conhecer, apenas para entender algumas dinâmicas. Por exemplo, se você souber que a mãe do(a) seu/sua parceiro(a) é ciumenta e costuma implicar com todas(os) as(os) namoradas(os) dele(a), já irá preparado(a) para pequenas alfinetadas. Sem saber desta característica, você poderia pensar que se trata de algo pessoal. Sabendo, por outro lado, você poderá relevar as coisas e encará-las de outra maneira. Com os amigos funciona da mesma forma. Se você souber, de antemão, que um amigo dele(a) é muito simpático, mas muito tímido, não ficará cismado(a) se ele pouco interagir com você. 

2- Com que roupa? Não tenho dúvidas de que a escolha da roupa é algo que aflige mais as mulheres do que os homens, embora os homens também possam ficar inseguros neste momento. Penso que uma única dica vale para ambos os gêneros: vista-se de acordo com a ocasião! Se o encontro será em um restaurante chique, vá mais arrumado(a). Se for em um churrasco informal, vista-se de maneira mais casual. Simples, não? 

Neste primeiro momento, é preferível que as mulheres evitem decotes exagerados, assim como vestidos ou saias curtíssimas. Se você ainda não sabe bem em que solo está pisando, o melhor é não exagerar. Isso não significa, é claro, que você precise estar com um vestido ou saia até o pé, ou com uma blusa de gola alta. Tenha bom senso: vista-se com um estilo “nem 8, nem 80”. 

3- Educação sempre Creio que não seja necessário falar muito sobre a educação, certo? Lembre-se de tudo aquilo que aprendeu ainda na infância: diga “obrigado(a)”, “por favor”, evite palavrões... 

4- Seja gentil, mas não exagere Assim como você será educado(a), é interessante fazer pequenas gentilezas. Por exemplo, se conhecerá a família dele(a) na casa de seus novos sogros, levar flores pode ser uma boa ideia (consulte antes se alguém na casa tem alguma alergia ou qualquer outro problema com flores!). Se o encontro com os amigos se dará na casa de algum(a) deles(as), levar uma garrafa de vinho (ou uma caixa de bombons, ou qualquer equivalente) pode ser uma gentileza interessante. 

Tenha cuidado, no entanto, com os exageros. Procure agradar, mas não o tempo inteiro, muito menos de maneira artificial. Ser artificial é um prato cheio para as implicâncias e picuinhas. 

5- Mostrem que estão felizes(sem exageros também!) No fundo, no fundo, o que a família e os amigos do(a) seu/sua companheiro(a) desejam é vê-lo(a) feliz. Às vezes a implicância de uma sogra ou sogro, que parece gratuita, se deve ao fato de eles já terem visto seu/sua filho(a) sofrer por amor, e por não desejarem que isso aconteça novamente. Por esta razão é importante que eles percebam que vocês estão felizes e que a relação está indo bem. Tenham cuidado, no entanto, para não exagerar, soando artificialidade. Ajam naturalmente. Se vocês estiverem realmente felizes, os outros perceberão isso. 

6- Seja você! Quando tentamos fazer qualquer coisa que não combina com nosso jeito, parece que estamos fingindo ser algo que não somos. Por isso, não siga nenhuma dica (nem mesmo estas!) ao pé da letra. Como disse no início, não há regras rígidas ou um manual que funcione com todo mundo. Seja você mesmo(a), aja de acordo com sua personalidade e em sintonia com seus sentimentos. Confie na sua intuição e na sua sensibilidade!

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